O mundo busca a utopia da fusão nuclear há anos, e a China acaba de definir uma data: 2030

China está dando passos gigantescos no desenvolvimento de usinas de fusão nuclear; Objetivo é iniciar testes do reator comercial em 2030 e começar a vender eletricidade gerada pela fusão em menos de uma década; Resto do mundo não está parado.

26 jan 2026 - 11h10
Foto: Xataka

Quando pensamos na energia do futuro, é fácil pensar em energias renováveis. Grande parte da Europa já utiliza energias renováveis há algum tempo, a China é uma potência em expansão e até mesmo alguns estados dos Estados Unidos estão colhendo seus benefícios. No entanto, o futuro está na energia nuclear. Mas não por causa da fissão, e sim por causa da fusão. E a China acaba de dar um passo gigantesco em direção ao seu programa BEST com um único objetivo:

Replicar o processo que alimenta o Sol.

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A China e a energia definitiva

Fusão e fissão são reações nucleares que liberam energia do núcleo do átomo, e é aí que suas semelhanças terminam. Em resumo, a fissão consiste em quebrar os núcleos de átomos pesados, como o urânio, para liberar energia. É o processo que usamos nas usinas nucleares atuais, e conseguimos estabilizá-lo há décadas. A fusão é o processo inverso: une átomos leves para gerar energia. É extremamente instável e o calor gerado é imenso, mas o processo gera uma quantidade muito maior de energia.

Imitar esse poder das estrelas é extremamente complexo, mas temos tentado replicá-lo há anos por um motivo muito simples: estima-se que ele fornecerá energia quase ilimitada e nenhum resíduo duradouro, algo com que a fissão nuclear não consegue competir. A China é um dos países que mais impulsiona o desenvolvimento de usinas de fusão nuclear, a ponto de pretender colocar a primeira usina em operação uma década antes de seus concorrentes.

EAST

A sigla EAST significa ...

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