Cientistas japoneses da Universidade de Tohoku desenvolveram um inovador canhão de plasma para combater o lixo espacial, que hoje soma 47% dos objetos na órbita terrestre. Instalado em um satélite, o dispositivo desacelera os detritos perigosos ao empurrá-los em direção à atmosfera, onde se desintegram pelo atrito. Para não perder estabilidade com o disparo, o propulsor expele jatos opostos simultâneos, anulando a força de reação e mantendo a distância necessária para neutralizar os alvos com segurança.
Em 2025, uma equipe de cientistas japoneses desenvolveu uma tecnologia inovadora para combater o lixo espacial. Trata-se de um canhão de plasma que empurra os detritos que orbitam no espaço de volta à Terra, fazendo com que se desintegrem devido às altas temperaturas geradas pelo atrito com a atmosfera.
Atualmente, o lixo espacial representa 47% de todos os objetos que orbitam nosso planeta. Esses fragmentos se deslocam a velocidades que chegam a 28.000 km/h, o suficiente para danificar com gravidade satélites ativos e missões tripuladas.
O principal responsável pela invenção foi o professor Kazunori Takahashi, da Universidade de Tohoku. De acordo com o Gizmodo, o dispositivo, detalhado na revista científica Scientific Reports, é instalado em um satélite e direciona um feixe de plasma contra o detrito. A força empurra o objeto de volta à atmosfera, onde ele é destruído pelo calor extremo.
Segundo o estudo, o grande desafio desse método é que o disparo do feixe também empurra o próprio satélite caçador para trás por reação, o que faria a espaçonave perder a distância ideal em relação ao alvo. Para resolver o problema, Takahashi e sua equipe propõem usar um único propulsor com duas saídas: um jato atinge o detrito e o outro é expelido no sentido oposto, fazendo com que o empuxo resultante sobre o satélite seja quase zero. Dessa forma, a distância é preservada enquanto o entulho espacial perde velocidade.
A pesquisa também revelou um salto no desempenho em relação a soluções ...
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