Mulher que viveu até os 117 anos tinha um alimento favorito: um iogurte que milhares de pessoas estão procurando

Estudo científico revela que microbiota intestinal da mulher mais velha do mundo era "quase juvenil" Ela sobreviveu a duas guerras mundiais, à Guerra Civil Espanhola e até à Covid-19 aos 113 anos

9 ago 2026 - 15h04
(atualizado às 15h52)
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Foto: Imagem | Unsplash / Xataka

Todas as manhãs, por mais de um século, María Branyas Morera repetia um gesto simples: abrir um iogurte e comê-lo lentamente. Era sempre da mesma marca, La Fageda, produzida na região de Garrotxa, na Catalunha. Quando morreu em 2024, aos 117 anos e 168 dias, ela não só se tornou a pessoa mais velha do mundo, como também foi alvo de uma descoberta inesperada: esse hábito diário pode ter sido uma das chaves para a sua saúde extraordinária.

Segredo do iogurte

A atenção da mídia foi despertada por um detalhe aparentemente simples: Branyas consumia iogurtes da marca catalã La Fageda diariamente. Após a divulgação dos resultados da pesquisa, a empresa recebeu ligações do Reino Unido de pessoas interessadas em comprar ou até mesmo distribuir os iogurtes, como explicou seu diretor no programa de rádio "La Ventana", da SER.

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De acordo com o estudo, publicado na Cell Reports Medicine, Branyas consumia até três iogurtes por dia dessa marca catalã, conhecida por seu trabalho social. Além disso, seus iogurtes são feitos com leite de sua própria fazenda e um processo de fermentação projetado para manter as bactérias vivas até o final do prazo de validade.

Muito além dos laticínios

A análise científica conclui que seu microbioma intestinal era "quase juvenil", apesar de sua idade avançada. Suas amostras mostraram uma abundância incomum de Bifidobacterium, bactérias que normalmente diminuem com a idade e que ajudam a reduzir a inflamação e melhorar a saúde metabólica. O iogurte pode ter ...

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