Nasa revela o tamanho do buraco deixado por foguete da SpaceX na Lua e Coreia do Sul divulga imagens inéditas do impacto

Colisão aconteceu a quase 9 mil km/h e foi registrada pela sonda sul-coreana Danuri, que fotografou a região antes e depois do impacto

6 ago 2026 - 13h19
(atualizado às 13h34)
Falcon
Falcon
Foto: Reprodução/Administração Aeroespacial da Coreia / Xataka

Um estágio do foguete Falcon 9, da SpaceX, empresa de Elon Musk, colidiu com a superfície da Lua e deixou uma nova cratera que pode ter cerca de 18 metros de diâmetro e 3,5 metros de profundidade.

O impacto ocorreu nesta quarta-feira (5), nas proximidades das crateras Einstein e Bell, e agora está sendo analisado por cientistas da NASA e da Administração Aeroespacial da Coreia do Sul (KASA).

Publicidade

A colisão aconteceu a aproximadamente 8.700 km/h. O objeto atingiu a Lua após permanecer mais de um ano e meio vagando pelo espaço desde o lançamento das missões dos módulos lunares Blue Ghost-1, da Firefly Aerospace, e Hakuto-R, da empresa japonesa iSpace.

Nesta quinta-feira (6), a agência espacial sul-coreana divulgou as primeiras imagens do local antes e depois da colisão.

Imagens mostram mudanças na superfície da Lua

As fotografias foram registradas pela sonda Danuri (KPLO), da Coreia do Sul, que sobrevoou a região pouco antes e logo depois do choque. Segundo a KASA, é a primeira vez que uma missão consegue documentar um evento desse tipo com imagens obtidas imediatamente antes e depois de uma colisão.

Os registros mostram alterações no relevo da área atingida, além de indicarem indícios de dispersão de poeira e fragmentos de rocha provocados pelo impacto.

Publicidade

Segundo os especialistas, a colisão pode ter lançado uma nuvem de poeira por até 100 quilômetros ao redor do ponto de impacto.

Agora, esses dados serão compartilhados com a NASA, que pretende fotografar o mesmo local usando a sonda Lunar...

Veja mais

Matérias relacionadas

Os cientistas acharam a posição perfeita para o prazer feminino durante a relação sexual

Dr. Qing Li, imunologista chinês, "as árvores liberam substância em sua corrente sanguínea que reduzem o hormônio do estresse"

Colocaram um GPS em um elefante para ver onde ele estava indo; 2 anos depois, ele desenhou um mapa que surpreendeu os cientistas

Alerta aos motoristas: o Super El Niño está destruindo a pintura dos carros e o prejuízo pode ser enorme

Quando a China apostou todas as fichas em robótica e IA, tinha outro objetivo em mente: conquistar a biotecnologia

Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações