Chegar à sexta década de vida costuma vir acompanhado de um discurso alarmista sobre o suposto declínio físico inevitável e todos os problemas de saúde associados a ele. Para enfrentar essa realidade, o mais importante é começar a se exercitar o quanto antes. E, ao atingir essa idade, não é necessário frequentar a academia todos os dias nem submeter o corpo a sessões exaustivas de treino.
As evidências científicas e a experiência clínica apontam para uma recomendação muito mais acessível: realizar treinamento de força de duas a três vezes por semana. Esse é considerado o volume ideal para promover mudanças estruturais, funcionais e perceptíveis em um período relativamente curto.
O fisioterapeuta e especialista em exercício terapêutico Agus Oliver explicou recentemente, em entrevista ao Infobae, que duas ou três sessões semanais já são suficientes para produzir mudanças significativas, desde que o treinamento seja bem planejado. Segundo sua experiência clínica, o sucesso não está em sair completamente exausto após horas de esforço contínuo, mas sim em manter uma rotina consistente de treinos com duração entre 30 e 45 minutos.
Essa frequência moderada também permite incluir atividades complementares, como o pilates, que contribui para melhorar o controle corporal e a mobilidade, ao mesmo tempo em que favorece o ganho de força, sem sobrecarregar as articulações.
As evidências
Essa abordagem está amplamente respaldada pelas principais diretrizes internacionais. Em suas ...
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