Durante anos, a mesma ideia foi repetida sobre a Geração Z: que vivem grudados em telas, que têm menos capacidade de sacrifício e que estão menos preparados para enfrentar grandes desafios. No entanto, o comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos argumenta exatamente o contrário. Em sua opinião, a maior mudança não está nos jovens, mas na guerra.
O grande erro
Poucas gerações acumularam tantos estereótipos quanto a Geração Z. Eles são acusados de serem dependentes de seus celulares, redes sociais ou videogames e, por extensão, de serem menos resilientes do que seus pais e avós.
Eric M. Smith, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, disse ao Military que acredita que essa interpretação parte de uma premissa falha: diferentes experiências de vida estão sendo confundidas com uma suposta falta de caráter. Após quase quatro décadas de serviço e milhares de recrutas passando pelos centros de treinamento, sua conclusão é clara: "Seus sobrenomes mudaram, mas seu caráter e comprometimento permanecem os mesmos."
Como na Segunda Guerra Mundial
"Eles são talhados na mesma fibra que os fuzileiros navais da Segunda Guerra Mundial", explica. A comparação não é acidental. Smith equipara os jovens de hoje àqueles que lutaram em batalhas históricas como Iwo Jima, Chosin Reservoir ou, mais recentemente, Fallujah.
Ele também rejeita a ideia de que o Corpo de Fuzileiros Navais tenha reduzido seus padrões para atrair voluntários. "Não reduzimos os padrões. Nunca ...
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