47 anos depois, o amado Walkman retorna: agora com Bluetooth e USB-C

Será que seu retorno se deve apenas à nostalgia, ou as novas gerações simplesmente se cansaram da tecnologia digital?

11 jul 2026 - 10h41
(atualizado em 12/7/2026 às 11h16)
Imagem | Sony/Walkman
Imagem | Sony/Walkman
Foto: Imagem | Sony/Walkman / Xataka

Você se lembra do Walkman? O aparelho que mudou para sempre a forma como ouvimos música surgiu no final da década de 1970 e nos permitiu reproduzir fitas cassete em qualquer lugar. Graças ao Walkman, podemos levar nossas músicas favoritas no bolso hoje em dia.

Quarenta e sete anos depois, a tecnologia evoluiu tanto que hoje precisamos apenas de um celular para ouvir música. No entanto, a nostalgia (e talvez o cansaço com os serviços de streaming) o trouxe de volta, com algumas melhorias.

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A origem de uma revolução: uma breve história do Walkman

O primeiro modelo de Walkman foi o TPS-L2, criado pela Sony. Foi lançado no Japão em 1º de julho de 1979, com uma tiragem inicial de 30 mil unidades. Naquela época, a empresa japonesa não tinha certeza se daria certo.

Foi construído sobre o chassi de um gravador de fita cassete da Pressman, segundo a Sony, a pedido do então presidente honorário Masaru Ibuka. No entanto, outra versão sugere que o Walkman surgiu como um mero hobby para os técnicos, e que a gerência percebeu o potencial.

O primeiro lote esgotou em apenas dois meses e, em menos de um ano, o Walkman se tornou um sucesso. É claro que o aparelho gerou críticas na época por parte de adultos que alegavam que ele isolaria os jovens. Apesar disso, em 1981, um novo modelo, o WM-2, foi lançado: mais compacto e com botões reposicionados.

Este foi o modelo que realmente catapultou o Walkman para o sucesso e incentivou outras empresas, como Aiwa, Panasonic e Toshiba, a tentarem replicar a ...

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