Setembro é um mês marcado em vermelho no calendário de todos os fãs da Apple, e certamente promete ser um momento histórico para a empresa sediada em Cupertino. Além de ser a primeira apresentação sob a liderança de Ternus como novo CEO da Apple, o evento contará com o dispositivo mais aguardado dos últimos anos: o iPhone dobrável.
A empresa vem dando pistas ao longo de seu ecossistema, como a adaptação dinâmica da proporção de tela no recurso de Espelhamento do iPhone e a inclusão de janelas redimensionáveis.
No entanto, um anúncio e lançamento no outono não garantem disponibilidade imediata. O renomado analista Ming-Chi Kuo revelou em seu relatório mais recente no X que a empresa enfrenta um cenário logístico altamente complexo.
Problemas de produção e uma parceira fundamental: a Samsung
As características únicas do novo formato representam o principal obstáculo para o lançamento da Apple; assim como o iPhone X apresentou desafios de fabricação devido à sua tela sem bordas — inédita na época — este novo dispositivo traz o desafio da inovação em relação à sua dobradiça e ao painel flexível.
Embora várias fontes já tenham descartado as alegações de que esses problemas adiariam o lançamento para 2027, eles certamente limitarão o volume de fabricação nas etapas iniciais. Enquanto se falava em um pedido inicial bastante otimista de cerca de 10 milhões de unidades, as sondagens de Kuo junto às fábricas de montagem indicam números de remessa mais próximos de sete ou oito milhões.
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