Há anos que pedimos uma bateria com maior duração nos nossos celulares; quando finalmente a conseguimos, descobrimos que o carregador herda os problemas

As baterias de silício-carbono combinam maior densidade de energia com maior sensibilidade ao calor; Elas são especialmente vulneráveis ​​ao carregamento rápido, que normalmente está presente em telefones celulares com baterias de silício-carbono

12 abr 2026 - 14h20
Foto: Xataka

Os celulares finalmente estão recebendo baterias com maior duração, algo que vínhamos solicitando há tempos. Mesmo sem serem mais pesados ou espessos, a tecnologia de silício-carbono permite maior capacidade sem os efeitos colaterais usuais. Bem, não exatamente, já que as novas baterias são mais suscetíveis ao estresse do carregamento e à ação do tempo. Isso contrasta com a tendência que vimos até agora: carregadores cada vez mais potentes.

Mais capacidade, menos espaço

O silício-carbono é uma evolução das baterias de íon-lítio. Os dois componentes são combinados no ânodo, ou polo negativo, que antes era feito de grafite. Essa combinação é uma evolução da tecnologia anterior, não uma mudança radical: elas mantêm um eletrólito líquido com sais de lítio dissolvidos, e o cátodo é feito de compostos de óxido de lítio com metais como níquel, cobalto ou manganês, dependendo do modelo.

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A tecnologia de silício-carbono apresenta diversas diferenças em comparação com as baterias de íon-lítio clássicas:

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