Você provavelmente já viu: um celular "com 8 GB de RAM" que, de repente, anuncia "até 16 GB com RAM virtual". Parece truque, quase uma melhoria grátis. E, por um tempo, no uso diário, pode dar a sensação de que tudo aguenta um pouco mais sem fechar tão rápido.
O problema é que, quando você olha mais de perto, a RAM virtual tem limites muito claros e não joga na mesma liga da memória física.
O que é exatamente a RAM virtual em um celular
A RAM física é a memória rápida onde o sistema mantém processos ativos e dados de que precisa imediatamente. É a "mesa de trabalho" do telefone. A RAM virtual (RAM Plus, na Samsung), por outro lado, é um sistema que reserva uma parte do armazenamento interno para usar como apoio quando a RAM real fica curta.
Na prática, seu celular "estaciona" apps ou partes de seu estado nesse espaço do armazenamento para liberar RAM. Quando você retorna a esse app, o sistema tenta reconstruir o que havia sido guardado. Se fizer isso bem, você nota menos recargas completas. Se não gerenciar corretamente, por qualquer motivo, você percebe travamentos, esperas e aquela sensação estranha de que o telefone está ocupado mesmo sem você estar fazendo nada extremo.
Por que ela não substitui a memória física
O limite principal é simples: o armazenamento é muito mais lento que na RAM física, mesmo em celulares com memórias UFS rápidas. A RAM foi projetada para acesso imediato e constante. O armazenamento serve para guardar dados de forma persistente, não para servir como ...
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