Há quase uma década, a Apple iniciou um plano para reduzir sua dependência da China, voltando-se para a Índia e diversificando assim a produção de dispositivos como o iPhone. O que começou como um experimento limitado a modelos mais antigos ganhou importância gradualmente, marcando agora uma mudança estratégica em sua cadeia de suprimentos global.
O êxodo
Não foi que a Apple tivesse algum problema específico na China que a levou a sair, mas em 2017 ela percebeu duas coisas: que não era uma boa ideia colocar todos os ovos na mesma cesta e que era sensato diversificar a produção; e, por outro lado, que uma população de 1,5 milhão representava uma oportunidade perfeita para o crescimento contínuo.
A Índia é um importante mercado emergente para empresas de tecnologia, e essa foi a razão pela qual a Apple começou a fabricar modelos mais antigos do iPhone em Bangalore. Ao longo dos anos, a empresa abriu mais fábricas com a Foxconn e outros parceiros regulares, sempre com o objetivo de atender à demanda local em vez de exportar, para a qual a China continuava sendo sua principal fonte de receita.
A guerra tarifária
A abertura e expansão de fábricas na Índia ao longo dos anos acabou por comprovar a eficácia da Apple no ano passado, quando o governo dos EUA, liderado por Donald Trump, lançou uma guerra tarifária que ameaçava impor taxas de importação tão elevadas sobre produtos como o iPhone nos Estados Unidos que estes poderiam ser vendidos por US$ 2.500 (cerca de R$ 12.904).
Em meio à ...
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