"Super clipping" - esse é o novo termo da moda na Fórmula 1, e será ainda mais a partir de agora. Apesar das tentativas grosseiras de silenciá-las, a FIA não teve outra escolha a não ser ouvir as críticas de pilotos e fãs depois do artificial Grande Prêmio da Austrália, e vai tomar medidas.
A FIA anunciou que estudará uma mudança nas regras para o Japão, a terceira corrida da temporada, buscando aumentar a recarga das baterias. Ou seja, que haja mais super clipping. O problema é que, se levarem isso adiante, só pode significar duas coisas: mais vantagem para a Mercedes e mais problemas para a Honda.
O plano da FIA
A primeira corrida da nova era da Fórmula 1 foi um desastre. Motores que perdem velocidade em plena reta, obrigando os pilotos a reduzir marchas, curvas que antes eram rápidas e agora são muito lentas, ultrapassagens artificiais e momentos de grande perigo devido à diferença de velocidade e às falhas nas baterias.
Tão grande foi o escândalo que a FIA quer cortar o problema pela raiz antes que seja tarde demais: fará uma mudança nas regras para o Grande Prêmio do Japão, a terceira corrida da temporada. O objetivo é aumentar o super clipping, ou seja, a recarga da bateria por meio do motor de combustão. Mas há um problema.
Se um aumento do super clipping for aprovado a partir de Suzuka, haverá uma equipe que sairá muito beneficiada: a Mercedes. O motivo é que os alemães têm maior vantagem em seu motor de combustão, em grande parte porque desrespeitam as regras com uma...
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