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O vinho é produzido pelos homens desde a pré-história. Seu consumo, ao longo dos tempos, teve motivações desde religiosas até medicinais, sem excluir o prazer do paladar.
Embora a arte de fabricação do vinho tenha cerca de 7 mil anos, o processo de fermentação só foi compreendido após as descobertas de Louis Pasteur, no século XIX. O vinho só se torna saboroso e resistente à deterioração após a fermentação, uma espécie de deterioração controlada.
O álcool, um subproduto da fermentação, é tóxico a todos os seres vivos; mesmo as leveduras que o excretam não suportam um meio que apresente mais de 15% de álcool, razão pela qual a fermentação cessa ao atingir mais ou menos essa concentração.
A maioria dos vinhos franceses tem cerca de 12% de álcool; outros podem ter entre 13 e 14%. Uma quantidade extra de álcool é adicionada a certos vinhos, como porto e o xerez.
O Brasil foi colonizado pelos portugueses, habituados ao consumo de vinho, mas - talvez por causa do clima quente do país - no princípio de nossa história não houve muito interesse pelo vinho.
Foi apenas no início do século do século XX que as vinículas começaram a ser cultivadas no sul do país, graças à imigração de italianos e alemães após a primeira Guerra Mundial. Hoje, a produção é considerada alta tanto em termos de quantidade quanto de qualidade. |
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