|
|
|
|
É grande o número de adeptos da prática de consumir uma taça de vinho nas refeições. No verão, no entanto, apenas os mais persistentes mantêm o hábito. Os outros costumam render-se à cerveja gelada. Os defensores do vinho, porém, apresentam algumas razões para que essa prática seja modificada: o vinho não cria barriga, não é diurético, tem menos calorias, muito mais charme e, os brancos, podem ser servidos gelados. Bons argumentos. Se foram convincentes, e você é iniciante na arte de degustar vinhos, o primeiro passo é conhecer as características dos produtos que estão no mercado e escolher o que melhor se adapta ao seu paladar. Os conselhos dos experts podem ser muito úteis, mas não devem ser determinantes. Afinal, gosto não se discute. É claro que os maiores entendidos vão renegar os vinhos suaves, que costumam receber adição de açúcar, o que encobre os possíveis defeitos e mesmo as qualidades do produto. Não se preocupe, no entanto, se esse for o seu vinho preferido. A caminhada é sempre resultado de um passo depois do outro. Certamente, com o tempo e, depois de alguns litros bebidos, a preferência deve mudar. O mais importante é começar. A uva Chardonnay é considerada a rainha das uvas brancas, responsável pela elaboração dos melhores vinhos franceses da Borgonha e também dos mais conceituados champanhas do mundo. Os vinhos produzidos com essas uvas servem tanto como aperitivo quanto como acompanhamento de refeições. Geralmente são secos, com aromas frutados (maçã verde, pêra, pêssego e abacaxi) ou de especiarias (noz-moscada e cravo) e têm uma boa combinação de acidez e corpo.
|
|
|
|