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Conheça a cidade que sediou o G-20

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Pittsburgh, a cidade que recebera, na semana passada, os poderosos do mundo, é um destino turístico diferente e interessante. Antigamente conhecida como a Cidade do Aço por causa das siderúrgicas instaladas na região no século passado, é hoje sede de empresas de ponta, como biotecnologia e, especialmente, a robótica - é por isto que o jornal americano de negócios Wall Street Journal a apelidou Roboburgh.

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É a segunda cidade mais populosa da Pensilvânia (só perde para a Filadélfia). Alcançou sua população máxima de 677 mil habitantes em 1950 e, desde então, o número foi caindo até atingir um número, atualmente, de de 335 mil habitantes. É um centro importante de fundações e organizações filantrópicas, como a Heinz Foundation e polo de educação superior, com destaque para o ensino de medicina.

Houve duas mudanças grandes na história da cidade: a primeira, efeito das leis contra indústrias poluidoras e do incentivo às empresas de tecnologia, conhecida como Renascença I. Os efeitos na qualidade de vida da população, em aspectos como a queda na taxa de mortalidade, foram muito grandes e ficaram claramente visíveis na década dos 70. Dez anos mais tarde, a cidade resolveu encarar uma nova reinvenção e o fez com um plano diretor que resolveu sanar o desafio do caótico trânsito urbano.

No que se conhece como Renascença II, melhorou-se o sistema de transporte público, com a construção de túneis, pontes, novas ruas e escadarias. Escadas, sim: Pittsburgh é a cidade americana com mais escadarias públicas (são cerca de 700), devido à sua particular situação geográfica. A cidade está no centro de um complexo sistema de vales fluviais, e muitos de seus bairros residenciais ficam em encostas quase inacessíveis ao tráfico motorizado. Em termos de inclinação, somente perde para San Francisco, e por isso há dois funiculares em funcionamento. Tem um dos índices de criminalidade mais baixos do país e um clima agradável (ainda que neve no inverno), é considerada uma das melhores cidades americanas para se viver.

Empresários filantropos como Andrew Carnegie, Henry Heinz e Henry Clay Frick doaram parte de suas fortunas para o desenvolvimento das artes e da cultura de Pittsburgh. Como consequência, a cidade conta hoje com uma orquestra sinfônica de nível internacional e há centros como o Benedum e o Heniz Hall, que acolhem manifestações musicais das mais diversas, sempre da maior qualidade. Talvez esta tradição musical haja influenciado a infância de uma filha célebre da terra: Christina Aguilera.

No acervo arquitetônico de artes, Pittsburgh também não está mal servida. Há o Andy Warhol Museum, dedicado a um dos nativos mais famosos, e o Museu de Arte Carnegie, com obras de Degas, Van Gogh e Monet, entre outros. Talvez a obra mais conhecida do arquiteto Frank Lloyd Wright, a Casa da Cascada está a uma hora de carro do centro. Existe também um importante museu de ciências, o Museu Carnegie de História Natural, onde se exibe uma grande coleção de dinossauros, incluindo o primeiro esqueleto fossilizado de um Tirannosaurus Rex.

Um passeio pela cidade faz descobrir também a riqueza de parques, muitos deles com instalações adequadas para a prática de esportes. O maior deles é o Schenley Park, e nele fica o Conservatório e o Jardim Botânicos de Phipps.

Agência Andrés Bruzzone Comunicação

Fonte: Especial para Terra
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