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Três Graças: aprenda 4 lições com o romance de Gerluce e Paulinho

A cuidadora e o policial construíram um relacionamento maduro ao longo da trama, vencendo segredos, dilemas e dores pessoais.

11 mai 2026 - 18h15
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Uma das lições diz respeito às dores dos personagens: "O amor tem a capacidade de ressignificar o sofrimento", diz especialista

Três Graças chega ao fim na próxima sexta-feira (15), com lições de amor importantes para o público. Essas lições podem ser extraídas do relacionamento entre Gerluce (Sophie Charlotte) e Paulinho (Romulo Estrela), que nasceu, ganhou corpo e enfrentou adversidades durante a trama. E que, para a alegria do românticos, será selado com um casamento dos sonhos. Confira as quatro principais lições desse romance tão inspirador:

Cena em que o policial prende a amada pelo roubo da estátua: relação inteira
Cena em que o policial prende a amada pelo roubo da estátua: relação inteira
Foto: Beatriz Damy/Globo / Revista Malu

1 - Diferenças sociais não determinam sentimentos

O casal não frequentava o mesmo ambiente social. As raízes de Gerluce vêm da Chacrinha; enquanto Paulinho é filho da classe média paulistana. Mas isso não foi um problema para os dois. O policial se apaixonou pela cuidadora enquanto ela socorria a filha, Joélly (Alana Cabral), perto de um posto de saúde onde a adolescente fez exames que apontaram sua gravidez. Pouco tempo depois, Gerluce correspondeu ao interesse do rapaz. Eles começaram a se encontrar e o namoro floresceu.

2 - Um grande segredo pode condenar uma relação a dois

Depois de roubar a estátua da mansão da Aclimação, Gerluce viveu um calvário. Ela tomou essa atitude para salvar a vida da mãe, Lígia (Dira Paes), e dos enfermos carentes da comunidade, vítimas dos medicamentos falsos da Fundação Ferette. Mas sabia que havia cometido um crime, e que Paulinho talvez não a perdoasse por ela ter omitido isso dele. Depois de a cuidadora explicar sua motivação, o policial se surpreendeu, mas entendeu o gesto dela. No entanto, não deixou de esclarecer à amada que, mais cedo ou mais tarde, ela precisaria acertar as contas com a Justiça.

3 - Questões profundas ganham outro sentido com a força do amor

"Ninguém tem a capacidade de curar a nossa dor, a não ser nós mesmos. Mas o amor tem a capacidade de ressignificar o sofrimento", diz a psicóloga Ana Blanco Cava. "É possível encontrar alguém que reconhece as nossas feridas. Com isso, não precisamos maquiar as cicatrizes", completa a especialista. No caso dos personagens, essa equação funcionou muito bem: Gerluce acolheu Paulinho, que ainda não havia assimilado completamente a morte do pai, mais uma vítima do vilão Santiago Ferette (Murilo Benício). O policial, por sua vez, compreendeu todas dores da cuidadora: a doença grave da mãe, o abandono do pai, o relacionamento tóxico com o ex-companheiro e a gestação precoce da única filha.  

4 - Amar não significa fechar os olhos para os erros do outro

A partir do momento em que descobriu que Gerluce havia participado do roubo da obra de arte, Paulinho enfrentou um dilema: proteger a amada ou realizar seu trabalho como um agente da lei? Ele resolveu fazer as duas coisas. Assim, deu voz de prisão à namorada e a conduziu à delegacia, reafirmando que permaneceria ao lado dela, independentemente das consequências. A cena parece deslocada da realidade, mas deixou uma mensagem comovente: quem ama alguém não deve "passar pano" para esse alguém, e sim oferecer suporte e presença. Só assim o outro conseguirá assimilar o próprio erro e, a partir daí, evoluir.  

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