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Virginia impressiona com antes e depois após drenagem linfática; conheça os benefícios

30 jan 2026 - 04h58
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Virginia mostra antes e depois do abdômen após drenagem linfática
Virginia mostra antes e depois do abdômen após drenagem linfática
Foto: Reprodução/Instagram

Essa semana, Virginia Fonseca impressionou ao mostrar o antes e depois do seu abdomên após uma sessão de drenagem linfática. Na comparação, é possível ver a barriga bem mais sequinha após o procedimento. 

"A drenagem linfática é uma técnica manual que estimula o sistema linfático, favorecendo a eliminação de líquidos e toxinas acumulados nos tecidos. Entre os principais benefícios estão a redução de inchaço (edema), melhora da circulação linfática e venosa, sensação de leveza corporal, auxílio no pós-operatório de procedimentos cirúrgicos, melhora do aspecto da pele e redução temporária da retenção hídrica, especialmente em regiões como abdômen, pernas e braços", explica o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética e professor universitário. 

O médico dermatologista Dr. Lucas Miranda diz que é mportante esclarecer que a drenagem não reduz gordura. "Em uma sessão, pode haver redução de 1 a 3 centímetros de circunferência abdominal em alguns pacientes, principalmente quando existe retenção hídrica importante", conta.

" O que pode ocorrer é uma redução momentânea do volume corporal devido à eliminação de líquidos retidos, o que pode refletir na balança de forma transitória. Trata-se de uma técnica complementar para conforto, bem-estar e melhora do contorno corporal, e não de um método de emagrecimento", completa Thiago.

Essa diminuição da circunferência está relacionada à descompressão dos tecidos e à mobilização de líquidos, podendo variar de pessoa para pessoa e não sendo permanente se não houver continuidade do cuidado.

"Os efeitos de desinchaço podem ser percebidos já após a primeira sessão, especialmente em pacientes com edema. Para resultados mais consistentes e manutenção do efeito, geralmente recomenda-se um protocolo de 5 a 10 sessões, realizadas de uma a duas vezes por semana, sempre ajustado às necessidades individuais e aos objetivos do paciente", complementa o especialista.

O médico alerta que a drenagem linfática é contraindicada em casos de infecções ativas, trombose venosa profunda, insuficiência cardíaca descompensada, insuficiência renal grave, câncer ativo sem liberação médica e processos inflamatórios agudos. "Por isso, a avaliação prévia por um profissional de saúde qualificado é fundamental para garantir segurança e indicar a técnica de forma adequada", conclui.

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