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Reajuste de medicamentos: como ficam os preços de Ozempic, Wegovy e Mounjaro?

Empresas devem divulgar amplamente os novos preços e farmácias devem manter listas atualizadas com os valores

1 abr 2026 - 21h06
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Com o reajuste anual dos remédios, definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), o Mounjaro (tirzepatida) vai custar mais caro. Já os produtos com semaglutida — Ozempic, Wegovy e Rybelsus — devem manter os mesmos preços enquanto a farmacêutica Novo Nordisk estuda o mercado.

Os produtos integram o grupo 3 do reajuste, formado por medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência, e podem ter seus preços elevados em até 1,13%. Medicamentos de média concorrência podem custar até 2,47% mais caro e aqueles com concorrência, até 3,81%.

Vale destacar que, segundo a Cmed, as empresas devem divulgar amplamente os novos preços para que os valores comecem a valer. O varejo também deve manter listas de preços atualizadas disponíveis para os consumidores.

Qual o valor dos produtos?

Com o reajuste, o Preço Máximo ao Consumidor (PMC) do Mounjaro passará para R$ 3.854,43, independentemente da dose.

O Ozempic seguirá com PMC de R$ 1.314,38 para todas as doses disponíveis — 0,25 mg, 0,5 mg e 1,0 mg — neste momento de análise do mercado pela Novo Nordisk. A empresa perdeu recentemente a exclusividade da venda de semaglutida no Brasil e outras farmacêuticas aguardam avaliação da Anvisa para o lançamento de produtos concorrentes.

O Wegovy continuará com diferentes preços conforme a dose:

  • Versão de 0,25 mg, 0,5 mg e 1 mg: R$ 1.314,38
  • Versão de 1,7 mg: R$ 1.968,82
  • Versão de 2,4 mg: R$ 2.532,31

Já o Rybelsus permanecerá com PMC de R$ 1.314,38 para as versões de 3 mg, 7 mg e 14 mg, e de R$ 2.628,76 para combos (qualquer combinação de doses).

Esses valores sofrem variações a depender do Estado devido às diferentes alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Reajustes

Anualmente, os preços dos medicamentos passam por um reajuste regulatório baseado em uma fórmula que toma como referência a inflação registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com desconto proporcional aos ganhos de produtividade do setor farmacêutico.

Esse processo é gerido pela Cmed, órgão federal responsável pela definição dos critérios de fixação e atualização dos preços no setor. A atuação do órgão tem dois objetivos: fomentar a competitividade entre os fabricantes e ampliar o acesso da população aos medicamentos.

Estadão
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