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'Quem vai viver 150 anos já nasceu', diz secretário municipal de Saúde de SP

Luiz Carlos Zamarco falou sobre as linhas de cuidado para a longevidade no Summit Saúde e Bem-Estar

21 out 2025 - 10h32
(atualizado às 16h36)
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A Prefeitura de São Paulo tem investido nos vazios assistenciais de saúde, criando linhas de cuidado, entre elas o cuidado para longevidade, afirmou o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco, durante o Summit Saúde e Bem-Estar - Os desafios de viver mais, promovido pelo Estadão nesta terça-feira, 21, em São Paulo.

Segundo o secretário, a atenção com o envelhecimento e a qualidade de vida ao longo dos anos é importante porque "quem vai viver 150 anos já nasceu".

O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Luiz Carlos Zamarco, é um dos convidados do Summit Saúde e Bem-Estar.
O secretário municipal de Saúde de São Paulo, Luiz Carlos Zamarco, é um dos convidados do Summit Saúde e Bem-Estar.
Foto: Helcio Nagamine/Estadão / Estadão

Dentre as medidas preventivas, Zamarco citou o programa Sala do Idoso, presente em Unidades Básicas de Saúde (UBS). No programa, agentes comunitários atuam com idosos que frequentam a unidade e trazem outros que ainda não são acompanhados no sistema de saúde para realizar um plano terapêutico. Os agentes verificam as necessidades dos pacientes e encaminham para os tratamentos necessários, inclusive direcionando o acompanhamento fora da UBS, se necessário.

O Programa do Acompanhamento do Idoso (PAI) também foi citado. Nele, um agente faz visitas semanais a idosos saudáveis que vivem sozinhos e não têm parentes ou cuidadores que possam ajudá-los. Os agentes levam os idosos ao médico, ao banco, fazem programas em parques e excursões com outros integrantes do PAI. "É um programa para dar qualidade de vida ao idoso", afirmou o secretário.

Zamarco também citou que a rede municipal de saúde de São Paulo atende atualmente 1 mil novos casos de câncer e que, em média, cada paciente oncológico é acompanhado por cerca de cinco anos. O envelhecimento é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de tumores e a previsão é de que o câncer seja, até 2030, a principal causa de morte no País.

Estadão
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