Ovos poderiam ajudar a prevenir o Alzheimer
Um estudo da Universidade Loma Linda revelou que o consumo de ovos pode reduzir o risco de Alzheimer em idosos em até 27%, quando ingeridos cinco dias por semana, ou em 17%, se consumidos de uma a três vezes no mês. O benefício, válido para preparações variadas ou receitas, decorre de nutrientes vitais para a saúde cerebral presentes no alimento, como a colina (essencial à memória), luteína, zeaxantina, ômega-3 e fosfolipídios, que aprimoram a cognição e diminuem o estresse oxidativo.
03 de setembro de 2026 (Bibliomed). O consumo de ovos está associado a um menor risco de diagnóstico da doença de Alzheimer em pessoas com 65 anos ou mais. É o que sugere estudo realizado na Universidade Linda Loma de Saúde Pública, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores explicam que os ovos são uma fonte de nutrientes essenciais que contribuem para a saúde cerebral, pois contém colina, um precursor da acetilcolina e da fosfatidilcolina, ambas essenciais para a memória e a função sináptica. Além disso, eles possuem luteína e zeaxantina, carotenoides que se acumulam no tecido cerebral e estão associados à melhora do desempenho cognitivo e à redução do estresse oxidativo; ômega-3 e fosfolipídios, que são fundamentais para a função dos receptores de neurotransmissores.
Em estudo com 39.498 voluntários, os pesquisadores descobriram que comer um ovo por dias, durante cinco dias da semana, pode reduzir o risco de Alzheimer em até 27%. Até o consumo menos frequente, de uma três vezes por mês, pode reduzir o risco em até 17%.
O estudo envolveu tanto o consumo de ovos in natura - cozidos, fritos, mexidos - quanto aqueles incluídos em preparos de outros pratos.
Fonte: The Journal of Nutrition. DOI: 10.1016/j.tjnut.2026.101541.
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