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ONG de Campinas recebe prêmio internacional por levar saúde a indígenas da Amazônia

Expedicionários da Saúde venceu prêmio Zayed de Sustentabilidade, dos Emirados Árabes; 4 mil iniciativas estavam concorrendo

16 jan 2023 - 16h59
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A ONG Expedicionários Da Saúde (EDS), de Campinas (SP), foi eleita a vencedora da categoria saúde do Prêmio Zayed de Sustentabilidade 2023, dos Emirados Árabes, nesta segunda-feira, 16. Formada por médicos voluntários, a organização foi reconhecida por seu trabalho de levar atendimento médico, em especial cirúrgico, para populações indígenas que vivem geograficamente isoladas na Amazônia brasileira.

O prêmio, que acontece todos os anos desde 2008 em Abu Dhabi, é reconhecido mundialmente como um dos principais eventos de valorização da tecnologia social e sustentável e teve mais de 4 mil inscritos nesta edição. Ele foi criado como um legado do xeque Zayed bin Sultan Al Nahyan, morto em 2004, por seu compromisso com a sustentabilidade do planeta.

O reconhecimento da ONG brasileira coincide com a 50ª Expedição realizada por ela, que aconteceu entre os meses de novembro e dezembro em Assunção do Içana, distrito de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. Na semana passada, a história do projeto, que tem mais de 20 anos, foi contada pelo Estadão.

Em 20 anos, mais de 300 voluntários cobriram uma área superior a 500 mil km², equivalente ao território da França, realizando mais de 120 mil procedimentos e cerca de 10 mil cirurgias na Amazônia.
Em 20 anos, mais de 300 voluntários cobriram uma área superior a 500 mil km², equivalente ao território da França, realizando mais de 120 mil procedimentos e cerca de 10 mil cirurgias na Amazônia.
Foto: Expedicionários da Saúde/Divulgação / Estadão

A iniciativa concorria na categoria com outros dois finalistas internacionais: o Helmholtz Centre, da Alemanha, que pesquisa epidemias, e o Laboratório Ory, do Japão, que desenvolveu um robô para reduzir o isolamento social de pessoas com deficiências.

Além dos US$ 600 mil da premiação, a ONG entende que a vitória representa um reconhecimento internacional da importância do seu trabalho, "justamente no momento em que a preservação da floresta e a proteção dos povos originários ganharam mais apoio internacional".

Em 20 anos, mais de 300 voluntários cobriram uma área superior a 500 mil km², equivalente ao território da França, realizando mais de 120 mil procedimentos e cerca de 10 mil cirurgias na Amazônia.

Estadão
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