PUBLICIDADE

O que é imunidade de rebanho? Como funciona?

A CPI da Pandemia investiga se o governo incentivou a contaminação da população para controlar a COVID-19. Entenda o significado do termo.

4 jun 2021 10h43
ver comentários
Publicidade
Manifestantes promovem aglomeração durante ato pró-Bolsonaro em São Paulo
Manifestantes promovem aglomeração durante ato pró-Bolsonaro em São Paulo
Foto: Reuters / BBC News Brasil

O que é imunidade de rebanho?

Esse termo é usado uma certa porcentagem de uma população (de uma cidade, estado, país, etc) tem anticorpos contra uma doença. Geralmente, essa porcentagem é alta. Digamos, 70%. Mas isso depende de cada enfermidade.

Como conseguimos a imunidade de rebanho?

De duas maneiras: por contágio (quando as pessoas pegam a doença e desenvolvem anticorpos) ou por vacinação. 

Qual é a vantagem da imunidade de rebanho?

Quando a maior parte dos habitantes tem anticorpos, até mesmo quem não pegou a doença ou não foi vacinado fica protegido porque a doença se espalha vagarosamente. 

Então por que não podemos esperar pela imunidade de rebanho no caso da COVID-19?

Porque a doença causa um alto número de internações, sequelas e mortes. Além disso, trata-se de um tipo de vírus que sofre mutações com muita facilidade. Uma imunidade de rebanho obtida "naturalmente" pode ser ineficiente, ao mesmo tempo em que milhões de pessoas se infectam e milhares morrem. 

O que a vacinação tem a ver com imunidade de rebanho?

A vacinação é a maneira mais segura de garantir que a maior parte da população tenha anticorpos contra a doença de maneira segura. 

Quantas pessoas precisam ser vacinadas para termos imunidade de rebanho contra a COVID-19?

Estima-se que 70% de uma população precisa ser vacinada que tenhamos essa proteção contra o Sars-COV-2, que causa a COVID-19. 

Se todo mundo for vacinado acabaremos com a pandemia?

É bastante provável que sim. Embora o vírus possa sofrer mutações, as vacinas parecem ser eficientes contra as variantes já identificadas. Existe a possibilidade de que precisemos tomar vacinas de reforço contra o coronavírus, mas isso ainda não é certo.

Me Explica Me Explica
Publicidade
Publicidade