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Menopausa precoce: condição silenciosa exige atenção feminina

Cerca de 30 milhões de mulheres podem ser afetadas; diagnóstico precoce protege a saúde

6 jan 2026 - 18h21
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Menopausa precoce: atenção essencial para a saúde feminina

A menopausa precoce atinge cerca de 30 milhões de brasileiras, o que corresponde a 7,9% da população feminina, segundo dados da Ebserh e do IBGE de 2025.

A condição ocorre geralmente entre os 40 e 45 anos, mas pode aparecer antes dos 40, antecipando riscos importantes à saúde da mulher.

Embora os sintomas sejam semelhantes aos da menopausa natural, ondas de calor, insônia, alterações de humor e secura vaginal, a idade precoce de início torna os efeitos mais graves, aumentando a necessidade de cuidados médicos e atenção da saúde pública.

Por que a menopausa precoce preocupa

Quanto mais cedo a mulher entra na menopausa, maiores os riscos para sua saúde. O declínio hormonal aumenta a chance de doenças cardiovasculares, osteoporose e declínio cognitivo.

Cerca de 30 milhões de mulheres podem ser afetadas; diagnóstico precoce protege a saúde
Cerca de 30 milhões de mulheres podem ser afetadas; diagnóstico precoce protege a saúde
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

As causas incluem fatores genéticos, mas também tratamentos médicos como quimioterapia, radioterapia e condições como endometriose. Além da perda da fertilidade, o diagnóstico pode ser desafiador, já que os sintomas podem ser confundidos com gravidez ou alterações na tireoide. A confirmação exige exames hormonais, incluindo dosagens de FSH e estradiol.

Como proteger a saúde

A reposição hormonal é considerada essencial para proteger o coração, ossos e cérebro. Complementar com alimentação equilibrada, suplementação e hábitos de vida saudáveis ajuda a preservar a qualidade de vida.

"Não tem como congelar o tempo, mas é possível preservar a saúde e bem-estar da mulher que entra na menopausa prematuramente", reforça a ginecologista Dra. Ana Maria Passos, especialista em saúde da mulher 40+.

Um tema de saúde pública

A discussão sobre menopausa precoce vai além da clínica: trata-se de uma questão de saúde pública. Informar e orientar mulheres sobre os riscos, sinais e tratamentos disponíveis é essencial para reduzir impactos e garantir que elas possam atravessar essa fase com segurança e qualidade de vida.

Saúde em Dia
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