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Jejum intermitente pode prejudicar saúde cardiovascular, diz estudo

Detalhe que a chance pode aumentar conforme o tempo de restrição

5 jul 2024 - 17h45
(atualizado em 6/7/2024 às 16h20)
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Jejum intermitente potencializa morte cardiovascular
Jejum intermitente potencializa morte cardiovascular
Foto: Shutterstock / Sport Life

Estratégia famosa para emagrecer, que limita as horas de ingestão calórica. O jejum intermitente conseguiu popularidade nos últimos anos, e, também, vários defensores ferrenhos.

A diferença é que a ciência parte pela contramão. Ou seja, a pesquisa da American Heart Association questionou a saudabilidade desse tipo de jejum. Que pode elevar o risco de morte cardiovascular em longo prazo.

Saiba como o jejum intermitente eleva risco de morte

Sujeitos que restringiam a alimentação abaixo de oito horas por dia lidavam com duas vezes mais probabilidade de morrer de doenças cardiovasculares, o que incluíam doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais em média de oito anos de quem faziam as suas refeições de 12 a 16 horas.

A expectativa dos autores era que alimentação com restrição de tempo de oito horas diminuísse o risco de morte cardiovascular e até mesmo de morte por todas as causas. No entanto, ficaram surpresos com os efeitos.

A importância do acompanhamento

"Segundo o trabalho, isso acontece especialmente entre pessoas com doença cardiovascular subjacente ou câncer. Isso deixa em aberto a questão sobre se a alimentação com restrição de tempo pode melhorar a saúde cardiovascular no longo prazo. Pelo menos por enquanto, focar no que as pessoas comem é mais importante do que no horário em que comem. E, fundamentalmente, o jejum intermitente deve ser feito sempre com acompanhamento profissional", concluiu a nutróloga Dra. Marcella Garcez.

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