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Ex-BBB Leidy Elin faz lipo; veja cuidados essenciais

Entenda as etapas cruciais para garantir um resultado satisfatório e uma saúde preservada

12 jan 2026 - 14h00
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A decisão de realizar uma cirurgia plástica, como a lipoaspiração feita recentemente pela ex-BBB Leidy Elin, envolve muito mais do que a escolha de um bom cirurgião e a expectativa pelo novo contorno corporal.

Veja os cuidados do pós
Veja os cuidados do pós
Foto: operatório - Fotos: Instagram/Reprodução / Saúde em Dia

O sucesso definitivo do procedimento é determinado em grande parte pelo que acontece fora do centro cirúrgico: o período de recuperação. 

A lipoaspiração é uma intervenção invasiva que remove depósitos de gordura, mas que também gera um trauma nos tecidos internos, exigindo que o organismo passe por um processo complexo de regeneração.

Por isso, compreender os cuidados com a lipoaspiração é o passo fundamental para qualquer pessoa que deseja transformar o corpo com segurança.

1. O papel vital da compressão e da postura

Logo após a saída da sala de operação, o paciente é colocado em uma cinta compressiva, que será sua melhor amiga pelas próximas seis semanas, no mínimo.

O uso da malha cirúrgica não tem apenas o objetivo de "moldar" a cintura. A sua função técnica é exercer pressão constante para evitar o acúmulo de líquidos entre a pele e o músculo, minimizando o risco de seromas. Além disso, a compressão auxilia na retração da pele, garantindo que ela se acomode corretamente ao novo volume do corpo.

Muitos pacientes cometem o erro de retirar a cinta antes do tempo ou de não utilizar as placas de contenção lateral. Esses acessórios ajudam a evitar dobras na pele e garantem que a pressão seja uniforme.

Sendo assim, manter uma postura adequada também é indispensável. Ficar excessivamente curvado ou realizar movimentos bruscos pode comprometer a cicatrização interna e causar desconforto desnecessário.

O acompanhamento médico definirá o momento exato em que a pressão pode ser reduzida, respeitando a evolução individual de cada paciente.

2. Drenagem linfática e a prevenção de fibroses

Um dos maiores receios de quem passa por uma lipoaspiração é o surgimento de fibroses. São irregularidades endurecidas que podem aparecer sob a pele. Para evitar esse quadro e acelerar a redução do inchaço, a drenagem linfática manual é recomendada quase imediatamente após o procedimento, geralmente a partir do segundo ou terceiro dia.

Esse tipo de massagem específica ajuda a canalizar o excesso de líquido para os gânglios linfáticos, facilitando sua eliminação pelo sistema urinário.

A drenagem não deve ser confundida com massagens modeladoras comuns. No pós-operatório, os movimentos devem ser suaves e conduzidos por fisioterapeutas especializados em dermato-funcional.

Além de reduzir o edema, a drenagem melhora a circulação sanguínea na área operada, o que favorece a oxigenação dos tecidos e previne a formação de nódulos cicatriciais. Seguir o cronograma de sessões indicado pelo cirurgião é o que diferencia um resultado liso e natural de uma pele com ondulações.

3. Alimentação estratégica e hidratação profunda

O que o paciente ingere nos dias seguintes à cirurgia reflete diretamente na velocidade da sua recuperação. O corpo entra em um estado inflamatório natural e, para combater isso, a dieta deve ser rica em alimentos anti-inflamatórios e cicatrizantes.

Portanto, deve-se ingerir proteínas como ovos, peixes e carnes magras para reconstruir os tecidos. Frutas cítricas, ricas em vitamina C, auxiliam na produção de colágeno, enquanto vegetais verde-escuros fornecem o ferro necessário para repor possíveis perdas sanguíneas durante o ato operatório.

A hidratação, por sua vez, deve ser levada ao extremo. Beber pelo menos três litros de água por dia ajuda a desintoxicar o fígado das substâncias anestésicas e evita a sobrecarga renal. É importante evitar o consumo de sódio e alimentos ultraprocessados, que favorecem a retenção de líquidos e aumentam o inchaço.

O álcool e o tabaco devem ser cortados radicalmente, pois comprometem a microcirculação e podem levar à necrose da pele ou abertura dos pontos.

4. Atividade física e o retorno à rotina

Embora o repouso seja necessário, ele não deve ser absoluto. O conceito moderno de pós-operatório incentiva a deambulação precoce, ou seja, pequenas caminhadas dentro de casa logo no primeiro dia.

Esse movimento simples é a principal defesa contra a trombose venosa profunda (TVP), uma complicação grave que pode ocorrer devido à imobilidade prolongada.

O retorno às atividades físicas intensas, como musculação ou corrida, geralmente só é liberado após 30 ou 45 dias, dependendo da extensão da lipoaspiração.

Portanto, respeitar esses limites é essencial para não causar sangramentos internos ou inflamações tardias. Cada corpo possui um tempo de resposta único e a comparação com resultados alheios pode gerar ansiedade desnecessária. 

Acompanhe o relato da ex-BBB Leidy Elin na rede social:

Saúde em Dia
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