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Diabético, José Loreto mostra sensor de glicemia no bumbum

Em foto publicada no Instagram, ator da novela Pantanal acabou deixando o aparelho à mostra; Entenda o que é o sensor de glicemia

27 mai 2022 - 16h05
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Sensor de glicemia costuma ser colocado no braço
Sensor de glicemia costuma ser colocado no braço
Foto: Reprodução Instagram @joseloreto / Saúde em Dia

O ator José Loreto, de 38 anos, que interpreta Tadeu na novela Pantanal, da Rede Globo, postou uma foto - ao lado de seu colega de gravações, Jesuíta Barbosa - que quebrou a internet. Na publicação, os dois aparecem abraçados e nus, durante um banho de rio no Pantanal, com as nádegas à mostra.

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Uma publicação compartilhada por José Loreto (@joseloreto)

Em meio a uma "enxurrada" de curtidas, comentários e compartilhamentos, poucas pessoas se atentaram à um curioso detalhe. No lado direito do bumbum de José Loreto havia um sensor de glicemia. O ator possui diabetes tipo 1 e descobriu a doença aos 15 anos de idade. Esse dispositivo serve para monitorar os níveis de glicose no organismo do paciente, para que ele consiga ter uma vida confortável e segura.

A maioria das pessoas costuma colocar o sensor de glicemia nos braços. Mas, ele também pode ser inserido em outras regiões do corpo. E José Loreto optou pelo glúteo. Em suas redes sociais o ator já havia comentado sobre o diabetes e exaltado a importância da insulina para o controle da doença.

"Cem anos da descoberta da insulina. Eu já uso há 22 anos... e você? Viva com saúde! Viva a insulina! Viva a saúde", escreveu ele na ocasião.

Entenda o diabetes

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), o diabetes é uma doença crônicoa que pode se manifestar de duas maneiras diferentes: deficiências na produção de insulina e interferências na ação da substância produzida pelo organismo.

"Existe o diabetes de substrato imunológico, chamado diabetes tipo 1. Que é o que mais frequentemente encontramos em crianças e adolescentes e, às vezes, em adultos jovens. É uma doença no sistema imunológico, onde há, desde o início, um déficit de produção de insulina. E tem o diabetes tipo 2, o mais comum. Não é uma doença que se inicia por deficiência de produção de insulina, mas por uma falha de ação dessa insulina", conta o Dr. Abrão Cury, cardiologista do Hcor, Hospital do Coração.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2019 para cá houve um aumento de 16% dos casos de diabetes no mundo. Isso significa que, em menos de três anos, mais de 70 milhões de pessoas desenvolveram a doença. No Brasil, a entidade acredita que podem existir até 16 milhões de indivíduos doentes. Já a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), estima que pelo menos 12,5 milhões de brasileiros têm diabetes.

Saúde em Dia
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