Pets sentem frio: como cuidar dos animais de estimação no inverno?
Animais de estimação em geral sentem frio no inverno, assim como os humanos; saiba o que fazer para amenizar o desconforto nessa época do ano
A queda de temperatura exige cuidados com os pets, que ficam mais vulneráveis a problemas respiratórios no inverno. Segundo especialistas, cães e gatos sentem frio e podem apresentar sintomas como espirros, tosse seca, corrimento nasal e ocular, além de dificuldade para respirar. Entre as doenças comuns estão asma felina, gripes e a contagiosa tosse dos canis. Tutores devem redobrar a atenção e buscar ajuda veterinária caso notem sinais clínicos, especialmente em filhotes e animais idosos.
Não somos apenas nós, humanos, que temos que tomar cuidado com as temperaturas mais baixas, mas os pets também precisam ser cuidados quando está frio. Porém, como eles não conseguem se cuidar completamente sozinhos, anotamos algumas dicas da médica veterinária, Cleusa Oliveira Deiró.
"Os pets também sentem frio e precisam de atenção especial. Essas quedas de temperaturas podem fazer com que eles fiquem mais quietinhos, por conta desse frio que sentem. E as doenças mais comuns são referentes ao trato respiratório, região em que se encontra a primeira parte do sistema respiratório e que vai até os bronquíolos e alvéolos pulmonares", explicou.
E continuou: "Gripe, seja ela viral ou até mesmo bacteriana, são doenças mais transmissíveis durante o inverno. Quanto aos gatos, a queda de temperatura também pode favorecer o aparecimento de asma, por conta da exposição desses animais a alérgenos do ambiente".
Por fim, a especialista acrescentou que corrimento nasal, sendo transparente ou não, é um dos sintomas para ficar alerta, assim como a presença de espirros, dificuldade respiratória e até mesmo corrimento ocular, podendo acarretar em uma conjuntivite.
Frio aumenta chance de doenças respiratórias em cães e gatos
Os alertas estão por toda a parte. A temperatura vai cair em boa parte do Brasil. Com isso, a tendência é chegarem as doenças respiratórias, que não atingem apenas nós, humanos, mas os animais, como cães e gatos. Saiba mais:
Os tutores devem redobrar a atenção com a queda dos graus, pois o ar seco e as mudanças na rotina podem desencadear uma série de doenças respiratórias nos peludinhos.
Primeiramente, em relação aos cachorros, há a Tosse dos Canis (traqueobronquite infecciosa). Esta é uma das infecções respiratórias mais frequentes, além de ser altamente contagiosa, especialmente em ambientes com aglomeração. Segundo o médico-veterinário, Dr. Luiz Felipe Cibin, a mesma provoca tosse seca, espirros e secreção nasal. "É uma condição semelhante à gripe nos humanos e pode acometer cães de qualquer idade, mas filhotes e idosos são mais vulneráveis", esclarece. e leia a matéria completa.
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