Previsão do tempo: até quando chove nas regiões Sul e Sudeste?
Frente fria começa a dar trégua, mas tempestades e volumes elevados ainda ameaçam Paraná, São Paulo e Minas Gerais
A sequência de frio e chuva no Sul e Sudeste começa a mudar, mas de forma gradual. Até 21 de setembro, acumulados que podem superar 100 mm ameaçam áreas do Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro, enquanto São Paulo e Santa Catarina também registram forte instabilidade. Aberturas de sol mais firmes são previstas a partir de quinta-feira no leste do Sudeste com o afastamento da frente fria, embora a Climatempo alerte que a precipitação continuará acima da média no Sul ao longo de setembro.
A sequência de dias frios e chuvosos nas regiões Sul e Sudeste começa a dar sinais de mudança. Porém, a melhora no clima não ocorrerá de forma simultânea em todos os estados. A estimativa meteorológica para o período até 21 de setembro indica a maior concentração de água sobre o Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com possibilidade de acumulados que podem superar os 100 milímetros em pontos isolados.
No Paraná, as pancadas devem ganhar força no final da semana, atingindo principalmente a Região Metropolitana de Curitiba, o litoral e as áreas central e oeste do estado. Há também instabilidade no norte paranaense, nas proximidades de Maringá e Londrina. Em Santa Catarina, a água se concentra no litoral, em Joinville, Criciúma e na capital Florianópolis, com índices previstos acima de 70 milímetros.
Os detalhes da previsão do tempo: Sul, Sudeste e demais regiões
O estado de São Paulo inicia a semana sob forte instabilidade, cobrindo áreas como Itapeva, Ourinhos, Bauru, Marília e Presidente Prudente, além do Litoral Norte, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba e a Capital Paulista. No Rio Grande do Sul, o tempo chuvoso será mais pontual nos primeiros dias, ganhando intensidade entre 19 e 20 de setembro na Lagoa dos Patos e em Pelotas, avançando depois em direção ao oeste gaúcho, próximo a Uruguaiana, São Borja e Alegrete.
Já na Região Norte, as precipitações mais volumosas estão concentradas no oeste do Amazonas, principalmente no entorno de São Gabriel da Cachoeira, onde os registros podem ultrapassar 80 milímetros. Na faixa central amazonense, a estimativa fica em torno de 30 milímetros, enquanto o restante da região deve ter apenas pancadas isoladas de baixa intensidade.
Somente na quinta-feira são esperadas aberturas de sol mais consistentes no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e nas demais áreas do leste do Sudeste. A influência da frente fria e da circulação de umidade também mantém a nebulosidade elevada e as temperaturas mais amenas.
A tendência, conforme o sistema frontal se afasta pelo Atlântico, é de redução das instabilidades, embora áreas próximas ao litoral ainda possam sentir os efeitos da entrada de ar úmido.
No Sul, a formação do ciclone extratropical e da frente fria provocou temporais, chuva volumosa, ventos fortes e risco de granizo na semana passada e no fim de semana. Mas o sistema avançou em direção a São Paulo e houve melhora gradual das condições no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em parte do Paraná.
Mais chuva?
Mas os episódios de chuva na região não acabaram, segundo a Climatempo, que aponta precipitação acima da média em quase toda a Região Sul, especialmente no Paraná, em setembro.
📡 Chuva forte na região de Rifaina. Tem raios, vento e condição para granizo. Atinge municípios vizinhos. Busque abrigo.
Como proceder: https://t.co/yBeFQpGyOy pic.twitter.com/9TLhMryB6I
— Defesa Civil do Estado de São Paulo (@defesacivilsp) September 15, 2026
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