Atletismo Brasil reverencia pioneiras no Dia Internacional da Mulher
De Melânia da Luz a Juliana Campos, nomes que marcaram época e ajudaram a colocar o atletismo brasileiro no cenário mundial
No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o Atletismo Brasil destacou atletas que abriram caminhos e marcaram diferentes gerações da modalidade no país.
Entre elas está Melânia da Luz, primeira atleta negra a integrar uma delegação olímpica brasileira, nos Jogos de Londres 1948. Recordista sul-americana dos 100 m e 200 m, ela integrou o Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil.
Outra pioneira é Aída dos Santos, finalista olímpica no salto em altura nos Jogos de Tóquio 1964, quando terminou em quarto lugar com 1,74 m. Foi a única mulher da delegação brasileira naquela edição.
No salto em distância, Maurren Maggi conquistou o primeiro ouro olímpico feminino individual do Brasil, em Pequim 2008, com 7,04 m.
No salto com vara, Fabiana Murer colocou o Brasil entre as principais potências da prova. Foi campeã mundial indoor em Doha 2010 e campeã mundial ao ar livre em Daegu 2011, além de recordista sul-americana com 4,87 m.
Representando a geração atual, Juliana Campos voltou a colocar o país em uma final de Mundial no salto com vara ao terminar entre as finalistas em Tóquio 2025. Na temporada, alcançou 4,76 m e encerrou o ano entre as dez melhores do ranking mundial.