Pamela Quayle, aos 68 anos: "Algumas das minhas maiores melhorias de força vieram de mudanças na minha rotina. Até mesmo pequenas mudanças, como adicionar uma faixa de resistência aos meus exercícios."
Ela começou acompanhando a filha nos treinos e não só transformou o próprio corpo, como também a sua compreensão sobre envelhecimento e força
Durante anos, Pamela Quayle fez o que antes era muito comum, e que agora podemos dizer que está mudando lentamente: colocar o trabalho, a família e as obrigações acima de si mesma. Ela se exercitava apenas quando podia, nos momentos livres e com pouca regularidade, então jamais imaginaria que estaria levantando pesos aos 68 anos, muito menos se apaixonando pelo treinamento de força.
A faísca surgiu durante a pandemia, quando ela tinha 63 anos. Pamela se mudou para ficar mais perto dos filhos e netos, e foi então que sua filha sugeriu que treinassem juntas; ela tinha acabado de começar um programa online com um personal trainer e precisava de uma parceira. Pamela concordou, quase mais por um senso de obrigação do que por motivação pessoal, mas essa decisão transformaria completamente seu corpo e sua compreensão do envelhecimento.
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"Começamos a treinar juntas cinco dias por semana com o programa de corpo inteiro dela, que alternava exercícios com halteres para a parte superior e inferior do corpo. Os treinos eram intensos e meus músculos doíam como nunca antes. Como a treinadora o elaborou para minha filha, que tinha menos da metade da minha idade, precisei modificar alguns movimentos, como agachamentos búlgaros e flexões", conta Pamela.
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