Jovem com câncer teria morrido porque sua mãe não acredita na medicina: se você assistiu "Vinagre de Maçã" na Netflix, vai reconhecer a história
Caso alerta para os riscos de abandonar tratamentos médicos em nome de terapias sem comprovação.
Imagine estar diante de um diagnóstico difícil de câncer, em um momento em que tudo o que mais importa é ter acesso a um tratamento de qualidade. Agora, imagine que, em vez disso, você é levado por um caminho alternativo, no qual conselhos duvidosos e "terapias" sem comprovação científica falam mais alto do que a medicina.
Foi o que aconteceu com Paloma Shemirani, uma jovem britânica de 23 anos, diagnosticada com um câncer tratável, mas que recusou a quimioterapia influenciada por crenças conspiratórias da própria mãe.
Quem assistiu à minissérie "Vinagre de Maçã", da Netflix, vai reconhecer os reflexos dessa tragédia na vida real. Assim como Belle Gibson, influenciadora australiana que enganou o mundo ao dizer que curou um câncer terminal com sucos e dietas naturais, Paloma foi influenciada desde cedo por discursos anticientíficos dentro da própria casa.
Entenda mais sobre esse caso, que se tornou um alerta dos perigos da pseudociência, e o que ele revela sobre o impacto das crenças na saúde.
Leia mais: Como prestar apoio para pacientes oncológicos?
Os perigos dos tratamentos para o câncer sem comprovação científica
O caso de Paloma Shemirani, jovem britânica de 23 anos que morreu em 2024 após recusar um tratamento eficaz contra o câncer, expõe uma ferida dolorosa da era digital: os riscos reais da desinformação médica.
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