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Especialista acredita que ficar em silêncio exige mais inteligência emocional do que falar

Ernest Hemingway, escritor dos Estados Unidos, é conhecido por ser direto e econômico nas palavras

21 mai 2026 - 13h53
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Resumo
Ficar em silêncio, como defendeu Ernest Hemingway, exige inteligência emocional, sabedoria e autocontrole, sendo uma forma de comunicação mais consciente e equilibrada, capaz de evitar conflitos e promover reflexões profundas.
Para muitos, a verdadeira sabedoria está justamente em preservar a paz sem abrir mão da própria voz
Para muitos, a verdadeira sabedoria está justamente em preservar a paz sem abrir mão da própria voz
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

A frase "leva-se dois anos para aprender a falar e 60 para aprender a ficar em silêncio", atribuída ao escritor norte-americano Ernest Hemingway, atravessa gerações por refletir sobre maturidade, autocontrole e sabedoria emocional.

O pensamento sugere que falar é uma habilidade adquirida cedo, logo nos primeiros anos de vida, mas saber silenciar no momento certo exige experiência e discernimento.

Conhecido pela escrita direta e econômica, Hemingway transformou o uso preciso das palavras em uma de suas principais marcas literárias. O autor reforça a ideia de que nem toda opinião precisa ser dita e que, em muitos casos, evitar uma resposta pode demonstrar mais maturidade do que insistir em um confronto. 

Especialistas em comportamento frequentemente associam o silêncio à capacidade de escuta e observação, além de domínio próprio e uma percepção mais profunda da vida. 

Assim, falar menos não significa se anular, mas desenvolver conversas mais profundas, reduzir reações impulsivas e evitar conflitos motivados por orgulho ou emoção momentânea. Hemingway acredita que 'nem toda opinião precisa ser lançada ao mundo'. Às vezes, guardar uma resposta é mais sábio do que vencer uma discussão.

Questões como o tom da fala, o momento adequado e o impacto das palavras são apontadas como elementos fundamentais para uma comunicação mais consciente e equilibrada no cotidiano. Para muitos, a verdadeira sabedoria está justamente em preservar a paz sem abrir mão da própria voz.

Desta maneira, a vida adulta ensina que discursos longos nem sempre revelam profundidade, e que a serenidade costuma morar naquilo que foi bem pensado antes de ser dito.

Fonte: Portal Terra
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