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Dormir mal eleva os riscos de Alzheimer, revela estudo

Estudos mostram que a falta de sono profundo favorece o acúmulo de toxinas no cérebro; saiba mais

31 jul 2025 - 09h55
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Dormir bem é muito mais do que um prazer: é uma necessidade vital. O sono é um dos principais pilares da saúde cerebral - e, como revelam novos estudos, pode ser um grande aliado na prevenção do Alzheimer.

Por que o sono de qualidade é essencial para manter o cérebro saudável ao longo da vida? Estudo aponta relação com prevenção de Alzheimer
Por que o sono de qualidade é essencial para manter o cérebro saudável ao longo da vida? Estudo aponta relação com prevenção de Alzheimer
Foto: Reprodução: Canva/Africa images / Bons Fluidos

Pesquisas recentes, como as publicadas na revista Nature Communications, reforçam que noites mal dormidas, especialmente de forma crônica, estão ligadas a um aumento significativo no risco de demência. No Brasil, onde as queixas de insônia, apneia e sono leve são frequentes, o alerta se torna ainda mais necessário.

O sono ajuda o cérebro a "limpar a casa"

Durante as fases profundas do sono, o cérebro ativa o chamado sistema linfático - uma espécie de faxina noturna que remove resíduos tóxicos acumulados durante o dia, como a proteína beta-amiloide, que está diretamente relacionada ao Alzheimer.

Quando essa faxina não acontece com eficiência, esses resíduos podem se acumular, favorecendo processos inflamatórios degenerativos. Isso explica por que distúrbios do sono, como insônia ou apneia, são considerados fatores de risco para doenças neurodegenerativas.

Apneia do sono e saúde cerebral

A apneia do sono é um dos principais distúrbios associados ao risco de Alzheimer. Caracterizada por interrupções na respiração durante a noite, ela compromete a oxigenação cerebral e impede que o sono alcance as fases mais profundas - aquelas que são essenciais para a regeneração neural.

Sintomas como roncos intensos, pausas na respiração e sensação de sufocamento devem ser investigados. Tratar a apneia não só melhora a qualidade de vida, como também pode reduzir significativamente os riscos de deterioração cognitiva.

Bons hábitos que protegem o cérebro

A boa notícia é que hábitos simples podem fazer toda a diferença. Confira algumas práticas recomendadas por especialistas:

  • Mantenha uma rotina de sono regular, dormindo e acordando em horários parecidos todos os dias;
  • Evite cafeína à noite e refeições pesadas antes de dormir;
  • Desconecte-se das telas pelo menos 1 hora antes de se deitar;
  • Crie um ambiente propício ao descanso, com pouca luz, temperatura agradável e silêncio;
  • Aposte em rituais calmantes, como leitura leve ou um chá relaxante antes de dormir.

Cuidar do sono é cuidar da mente. Em tempos de tanta correria e estímulo constante, permitir-se descansar profundamente é mais do que um luxo: é uma forma de prevenção, autocuidado e longevidade.

Bons Fluidos
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