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Azeites brasileiros conquistam mais de 100 medalhas em premiação internacional

Com investimentos em pesquisa e aprimoramento da produção, Brasil passou a conquistar espaço entre os principais produtores do mundo

1 jul 2026 - 04h57
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Resumo
Azeites brasileiros conquistaram 127 prêmios no EVO IOOC Italy 2026, incluindo destaque no Hemisfério Sul, reforçando o avanço do país na produção de azeites extravirgens de alta qualidade.
O Brasil teve desempenho histórico na 11ª edição do EVO IOOC Italy, um dos mais prestigiados concursos de azeites extravirgens do mundo
O Brasil teve desempenho histórico na 11ª edição do EVO IOOC Italy, um dos mais prestigiados concursos de azeites extravirgens do mundo
Foto: Divulgação / Flipar

O Brasil teve desempenho histórico na 11ª edição do EVO IOOC Italy, um dos mais prestigiados concursos de azeites extravirgens do mundo. Das 139 amostras enviadas ao evento, 127 foram premiadas, com 98 medalhas de ouro e 29 de prata.

O país ficou atrás apenas da Itália em número de inscrições e superou os italianos no aproveitamento, com 91,4%. A competição reuniu 786 azeites de 32 países, avaliados por um painel de 32 jurados internacionais.

Além das medalhas, os produtores brasileiros conquistaram importantes premiações. O Coratina, da Azeite Sabiá, produzido em Encruzilhada do Sul (RS), foi eleito o Melhor Azeite do Hemisfério Sul. Já o Blend La Mamma, da Estância das Oliveiras, de Viamão (RS), recebeu o título de Melhor Azeite do Brasil.

O Brasil também venceu as categorias de Melhor Azeite Monovarietal do Hemisfério Sul, com o Estância das Oliveiras Frantoio, e Melhor Coupage (blend) do Hemisfério Sul, com o Milonga Ana Terra 1835, produzido em Triunfo (RS). 

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O Azeite Carcará, de Aiuruoca (MG), foi reconhecido com o Troféu Melhor da América do Sul 'Raúl C. Castellani', uma homenagem ao falecido agrônomo, que foi referência internacional na degustação de azeites.

Segundo os organizadores, o resultado representa 'um triunfo para o Brasil' e confirma o avanço do país na produção de azeites extravirgens de alta qualidade. O desempenho reflete a evolução de um setor que começou a se consolidar há cerca de duas décadas, desde a primeira extração de azeite extravirgem 100% nacional, realizada em Minas Gerais, em 2008.

Com investimentos em pesquisa, adaptação das oliveiras e aprimoramento da produção, o Brasil passou a conquistar espaço entre os principais produtores do mundo. 

Assim, os resultados no EVO IOOC Italy reforçam o reconhecimento internacional alcançado pelos azeites brasileiros.

Fonte: Portal Terra
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