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Cris Poli faz desabafo emocionante sobre a morte do filho: 'A lei da vida não é essa'

Pedagoga relembrou a perda de um dos três filhos para o câncer e contou como a fé ajudou sua família a enfrentar o luto

2 set 2026 - 16h13
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Resumo
Em entrevista ao programa Sensacional, da RedeTV!, a pedagoga Cris Poli, famosa pelo programa SuperNanny, desabafou sobre a dolorosa perda de um de seus filhos em decorrência de um câncer. Ela destacou a dificuldade de vivenciar a inversão do ciclo natural da vida e revelou que a fé em Deus foi o principal alicerce para que ela, o marido, os filhos e os netos enfrentassem o luto. Para Cris, a espiritualidade não anula a dor inevitável, mas proporciona forças a toda a família para seguir adiante.

Conhecida nacionalmente por orientar famílias na versão brasileira do programa SuperNanny, do SBT, Cris Poli mostrou um lado bastante íntimo de sua vida ao falar sobre uma das experiências mais dolorosas que já enfrentou: a morte de um dos seus filhos.

Cris Poli falou sobre a morte de um dos filhos após um câncer e revelou como a fé se tornou um apoio para enfrentar a dor e o luto
Cris Poli falou sobre a morte de um dos filhos após um câncer e revelou como a fé se tornou um apoio para enfrentar a dor e o luto
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

A pedagoga, que teve os filhos durante o casamento com o arquiteto Luciano Poli, falou sobre a perda durante participação no programa Sensacional, apresentado por Daniella Albuquerque na RedeTV!. Segundo ela, o filho enfrentava um câncer. Cris não revelou, porém, qual era o tipo da doença.

Ao recordar aquele período, ela contou como foi difícil lidar com a inversão daquilo que naturalmente esperamos do ciclo da vida: ver um filho partir antes dos pais. "É muito difícil. Ele estava doente, estava com um câncer. A gente não está preparado para isso porque a lei da vida não é essa. A lei da vida é a gente ir embora antes", desabafou.

Cris Poli fala sobre o luto pela morte do filho

Ao longo da conversa, Cris explicou que encontrou na fé uma das principais fontes de apoio para atravessar o luto. Para ela, a espiritualidade não eliminou a tristeza provocada pela perda, mas ajudou toda a família a encontrar forças diante de uma realidade que não poderia ser modificada.

"Há um tempo, eu conheci a Deus, ele alcançou a minha vida, meu marido, meus filhos e isso tem feito uma diferença muito grande na nossa vida. Isso tem nos ajudado. Não somente a mim, mas também aos meus outros filhos, marido e os meus netos também a poder enfrentar isso e conhecendo a Deus. Deus é soberano sobre todas as coisas. Ele é soberano tanto para coisas legais como para coisas tristes também", afirmou.

O relato mostra também como o processo de luto pode atingir toda a estrutura familiar. Além de enfrentar a própria dor como mãe, Cris acompanhou o sofrimento do marido, dos outros filhos e dos netos diante da perda.

Fé se tornou apoio durante momento de sofrimento

Cris também refletiu sobre como receber o diagnóstico de uma doença grave dentro da família pode transformar completamente a rotina e trazer sentimentos para os quais dificilmente alguém se sente preparado.

"Doença é uma coisa que ninguém está preparado para enfrentar. Câncer ou outras doenças são muito ruins. É muito sofrimento. Quando a gente tem fé e crer em Deus, não estou falando de religião e sim de Deus, você vai conseguir passar pelo luto, você vai se sentir triste, tudo isso faz parte. Não dá para a gente evitar isso aí. Mas você consegue enfrentar tudo isso de uma maneira diferente", declarou.

Para a pedagoga, portanto, acreditar em Deus não significou deixar de sentir a ausência ou evitar o sofrimento. Pelo contrário: ela reconhece a tristeza como parte inevitável da experiência de perder alguém amado. A diferença, em seu caso, esteve na maneira como encontrou recursos para continuar atravessando esse período.

Ao compartilhar uma experiência tão pessoal, Cris Poli trouxe à tona uma realidade vivida por tantas famílias diante de uma doença grave. O luto não possui um caminho único nem deixa de existir por causa da fé, mas cada pessoa pode encontrar diferentes formas de apoio para conviver com a ausência e, aos poucos, seguir adiante carregando a memória de quem partiu.

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