Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Afinal, gestante pode comer comida japonesa?

Recomendação para evitar o sushi durante a gestação é comum, mas aqui explicamos os motivos e os mitos por trás disso

7 jul 2024 - 17h09
Compartilhar
Exibir comentários

Se você gosta de comida japonesa e está pensando em engravidar, certamente já deve ter ouvido um comentário do tipo: aproveita agora, porque depois que ficar grávida não pode. 

Comida crua pode conter parasitas e outros microrganismos perigosos, mas culinária japonesa vai muito além de sushi e sashimi, com diferentes opções de pratos fritos e cozidos
Comida crua pode conter parasitas e outros microrganismos perigosos, mas culinária japonesa vai muito além de sushi e sashimi, com diferentes opções de pratos fritos e cozidos
Foto: Freepik/Reprodução / Bebe.com

Mas será que faz sentido? Afinal, de onde veio essa recomendação?

Quais os riscos da comida japonesa na gravidez

O grande problema, é claro, não é a nacionalidade do alimento, mas a forma de preparo. O que deixa médicos de cabelos em pé durante a gestação, na verdade, é o consumo de comida crua — ou seja, vale tanto para o sushi e sashimi quanto para pratos que passam longe do Japão, como um carpaccio, steak tartare ou até leite não pasteurizado e saladas.

Essa preocupação deve-se ao fato de que alimentos crus podem conter parasitas e outros microrganismos extremamente prejudiciais à saúde, que geram quadros ainda mais graves num contexto de gravidez. É possível contrair um quadro de salmonella ou listeriose, entre outras encrencas sérias.

No caso de uma salada, por exemplo, você até consegue reduzir esse risco lavando bem o alimento. Mas, quando se trata de uma proteína animal , a forma típica de eliminar os micróbios é com o cozimento — algo que vai pelo ralo quando ela é ingerida crua. Em relação à comida japonesa, entra também um cuidado a mais: algumas espécies de peixe podem apresentar contaminação por mercúrio , também muito danosa à saúde.

Melhor prevenir do que remediar

De forma clara: o alimento cru não é um problema por si mesmo, mas acende alerta porque aumenta muito o risco de contrair alguma doença evitável. 

Se você conhece a procedência do alimento que está consumindo e nunca teve problemas de contaminação com o lugar que preparou, em geral a tendência é que o consumo continue sendo seguro mesmo durante a gestação.

Mas aí vale a sabedoria popular: se existe um risco evitável , por menor que seja, vale mais prevenir do que remediar. Aguente uns meses a mais para voltar ao sushi bar — e a outros pratos "perigosos" — e não coloque uma preocupação desnecessária a mais nesse período tão delicado como a gravidez. Ou, se a vontade for muito forte, escolha um hot Filadélfia, um yakisoba ou outros pratos cozidos ou fritos.

Bebe.com
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra