Denzel Washington revela segredos para vida plena: 'Deixe o celular de lado'
Ao longo da carreira, o ator construiu uma visão própria sobre escolhas, sucesso e o que realmente merece atenção
Conhecido por personagens marcantes no cinema e por uma carreira premiada, Denzel Washington também costuma chamar atenção quando fala sobre escolhas pessoais. Durante a divulgação de 'Gladiador 2', o ator compartilhou uma reflexão sobre o que considera importante para construir uma vida com propósito.
Para ele, a tecnologia pode facilmente ocupar um espaço maior do que deveria. Por isso, defende momentos de afastamento das telas e das plataformas digitas. "Não dependa das redes sociais. Abandone-as, desligue-as, cale-se, fique em silêncio, aprenda, leia, relaxe, melhore", aconselhou em uma entrevista.
Denzel Washington e as três fases da vida
Ademais, na conversa, o ator refletiu sobre a ideia de que diferentes fases da existência trazem aprendizados distintos. "Na primeira parte da vida, você aprende. Na segunda parte, você ganha. E na terceira parte, você retribui", afirmou.
Essa teoria, contudo, vai além do sucesso profissional. Washington sugere que, para ter uma vivência com significado em todos os âmbitos, é necessário reconhecer o aprendizado acumulado e, em seguida, usá-lo em benefício do outro.
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Denzel Washington não teme o cancelamento
O desejo de construir uma vida com propósito também aparece quando Washington fala sobre a necessidade de não depender da aprovação dos outros. Em entrevista à 'Complex News', por exemplo, o ator questionou justamente essa busca por reconhecimento e mostrou que não se preocupa com a possibilidade de ser rejeitado publicamente.
"Como alguém pode ser cancelado? Quem se importa? O que tornou o apoio público tão importante em primeiro lugar? Não me importo com quem me segue. Não se pode liderar e seguir ao mesmo tempo, e não se pode seguir e liderar ao mesmo tempo. Eu não sigo ninguém", declarou.
A fala está ligada ainda à maneira como Washington enxerga sua própria fé. Isso porque, em vez de orientar suas escolhas pela opinião pública, ele afirma seguir princípios religiosos que considera fundamentais. "Eu sigo um espírito celestial. Eu sigo a Deus. Sou um protagonista. Sabe, eu não sigo ninguém. Eu sigo o Senhor [...] Nem todo dinheiro é bom dinheiro. Nem todos os seguidores são bons seguidores. Todos nós teremos que prestar contas", concluiu.
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