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8 ervas que ajudam a equilibrar os hormônios femininos

Plantas e ervas podem apoiar o bem-estar feminino, mas exigem orientação profissional e uso consciente para evitar riscos

12 fev 2026 - 22h11
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As ervas atravessam séculos como parte de diferentes tradições de cuidado - do Ayurveda à Medicina Tradicional Chinesa. Hoje, voltam a despertar interesse de quem busca estratégias mais naturais para lidar com oscilações hormonais. Não por acaso: algumas plantas têm compostos bioativos capazes de influenciar respostas do organismo ligadas ao estresse, à inflamação, ao metabolismo e até a sinais do sistema endócrino (o "comando central" dos hormônios).

Ervas medicinais podem ser aliadas no equilíbrio hormonal, ajudando em sintomas como TPM, menopausa e estresse; veja quais
Ervas medicinais podem ser aliadas no equilíbrio hormonal, ajudando em sintomas como TPM, menopausa e estresse; veja quais
Foto: Reprodução: Canva/botamochi / Bons Fluidos

Ainda assim, é importante colocar o tema no lugar certo: ervas podem ser aliadas, mas não são "cura rápida" nem substituem avaliação profissional. O melhor caminho é entender o que elas podem ajudar, quando fazem sentido e como usar com responsabilidade.

Por que o equilíbrio hormonal afeta tanto o dia a dia?

Quando os hormônios saem do ritmo, o corpo costuma avisar de várias formas. Entre os sinais mais comuns estão: alterações de humor e irritabilidade; cansaço persistente; piora do sono; irregularidade menstrual; sintomas intensos de TPM; ondas de calor na transição para a menopausa; acne, aumento de oleosidade e queda de cabelo (em alguns casos). Essas queixas podem ter diferentes causas - por isso, antes de "testar tudo", vale investigar.

Ervas que mais aparecem nas rotinas de saúde hormonal 

  1. Ashwagandha: usada como adaptógeno, costuma ser associada a melhor manejo do estresse e qualidade do sono;
  2. Erva-cidreira: comum em chás, é lembrada por favorecer calma e relaxamento;
  3. Valeriana: aparece em estratégias para ansiedade e dificuldade para dormir;
  4. Vitex (agnocasto): muito citado em queixas de TPM e irregularidade menstrual;
  5. Dente-de-leão: tradicionalmente usado como suporte hepático/digestivo, algo relevante porque o fígado participa do metabolismo de hormônios;
  6. Salsa e alecrim (na comida): além de funcionarem como temperos, entram como reforço antioxidante;
  7. Maca peruana: costuma ser procurada por quem sente queda de energia, oscilação de humor e desconfortos na transição hormonal. Em geral, aparece em pó, cápsulas ou adicionada a vitaminas;
  8. Erva-doce: queridinha para chás, associa-se a conforto digestivo e relaxamento - e pode ser bem-vinda em dias de cólica, tensão e irritabilidade.

Como incorporar no dia a dia sem exageros

  • Chá: escolha 1 erva por vez, observe como seu corpo reage e evite "misturões";
  • Cápsulas/suplementos: melhor com orientação (dose e duração importam);
  • Culinária: alecrim, salsa, gengibre e cúrcuma são formas suaves e consistentes de incluir plantas na rotina.

E lembre: erva funciona melhor quando entra num pacote de hábitos. Sono regulado, alimentação com proteína e fibra, menos álcool e manejo do estresse costumam potencializar qualquer estratégia natural.

Antes de tomar qualquer erva: 5 cuidados que fazem diferença

1. Converse com um profissional de saúde

Se você já trata alguma condição (tireoide, endometriose, SOP, hipertensão, ansiedade, depressão) ou usa medicamento contínuo, a orientação é ainda mais importante. Interações existem - e nem sempre são óbvias.

2. Gravidez e amamentação pedem atenção redobrada

Muitas ervas não têm indicação nesses períodos. O ideal é não usar sem liberação explícita do obstetra/pediatra.

3. Evite "suplementar no escuro"

Algumas plantas têm ação mais direta em vias hormonais. Dependendo do seu contexto, isso pode ajudar ou atrapalhar. Se faz tempo que você não realiza exames, pode ser mais seguro começar por estratégias gerais (sono, estresse, alimentação) e discutir fitoterapia com um especialista.

4. Nem toda "natural" é inofensiva

Dose, duração e forma de uso importam. Chá, cápsula, tintura e óleo essencial têm concentrações diferentes.

5. Procure qualidade (e não só propaganda)

Suplementos de ervas variam muito. Dê preferência a marcas com testes de pureza e potência, boas práticas de fabricação e procedência clara. Evite compras de origem duvidosa, especialmente em marketplaces com risco de falsificação.

Bons Fluidos
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