Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Cientistas do Japão e da França recebem Nobel de Química

Pesquisadores são premiados "pela ‌descoberta ⁠de ⁠efeitos não lineares e autocatálise em síntese orgânica assimétrica"

7 out 2026 - 07h02
(atualizado às 07h12)
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Os pesquisadores Henri B. Kagan e Kenso Soai venceram o Prêmio Nobel de Química de 2026 pela descoberta de efeitos não lineares e autocatálise em síntese orgânica assimétrica. Concedida pela Real Academia Sueca de Ciências, a honraria comemora 125 anos e pagará 12 milhões de coroas suecas aos laureados. A premiação dá sequência à temporada do Nobel, que já destacou avanços em Medicina e Física, e anunciará nos próximos dias os vencedores das categorias de Literatura, Paz e Economia.
Foto: DW / Deutsche Welle

Os cientistas Henri B. Kagan, da Universidade Paris-Süd, e Kenso Soai, da Universidade de Ciências de Tóquio, receberam o Prêmio Nobel de Química de 2026, anunciou nesta quarta-feira (07/10) a Real Academia Sueca de Ciências, em Estocolmo.

Eles foram agraciados "pela ‌descoberta ⁠de ⁠efeitos não lineares e autocatálise em síntese orgânica assimétrica", afirmou o Comitê Nobel de Química.

O prêmio leva o nome do seu criador, o inventor sueco Alfred Nobel (1833-1896). Neste ano, a dotação teve um aumento de 9%, alcançando 12 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 6,2 milhões), para comemorar os 125 anos desde que o prêmio foi concedido pela primeira vez.

Literatura é o próximo

O japonês Susumu Kitagawa, o britânico Richard Robson e o jordaniano Omar M. Yaghi foram os laureados do Prêmio Nobel de Química de 2025 pelo desenvolvimento de um novo tipo de arquitetura molecular, as estruturas metalorgânicas, que contêm cavidades nas quais as moléculas podem entrar e sair. Essa porosidade pode ser usada para capturar substâncias específicas, desenvolver reações químicas e conduzir eletricidade.

Em 2024, o Nobel de Química foi para o bioquímico americano David Baker, o britânico Demis Hassabis e o americano John M. Jumper por suas contribuições no campo do design computacional de proteínas e previsão da estrutura proteica.

Em 2023, a conceituada distinção do campo da química coube a Moungi Bawendi, Louis Brus e Alexei Ekimov, atuantes nos Estados Unidos, pela descoberta e desenvolvimento dos pontos quânticos, ou átomos artificiais, importantes para a computação quântica e já empregados em televisores modernos.

Os seis dias de anúncios do Nobel iniciaram-se nesta segunda-feira, com o de Medicina, dado ao americano Karl Deisseroth e aos alemães Peter Hegemann e Georg Nagel por suas descobertas relacionadas à atividade cerebral.

As descobertas desses três cientistas em optogenética, um método que permite mostrar como as células nervosas moldam as memórias, os sentimentos e os comportamentos no cérebro vivo, "lançaram as bases de uma nova era na neurociência", de acordo com o detalhamento da decisão.

Por meio da optogenética, os pesquisadores conseguiram revelar os circuitos neuronais que controlam memórias, emoções e comportamentos específicos relacionados a transtornos neurológicos e psiquiátricos.

Nesta terça-feira, o Nobel de Física de 2026 premiou o cientista belga Francis Halzen, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, por "suas contribuições decisivas para o observatório de neutrinos IceCube, na Antártida, e para a descoberta de neutrinos de alta energia de origem astrofísica".

Nesta quinta-feira será a vez do Nobel de Literatura e, na sexta-feira, o da Paz. Na próxima segunda-feira, por fim, será anunciado o Nobel de Economia, que não faz parte da lista de prêmios determinada no testamento de Alfred Nobel e que foi criado em 1968 pelo Banco da Suécia em homenagem a Alfred Nobel.

as (Reuters, AFP, DPA, Efe, ots)

---------

Não deixe que o algoritmo esconda as notícias. Se você valoriza o trabalho da nossa equipe para uma cobertura jornalística confiável, reserve um momento para nos selecionar como sua fonte preferida no Google clicando aqui. Marque o link da DW quando ele aparecer na lista para sempre ver nossas notícias verificadas primeiro

Deutsche Welle A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra