Na decoração indiana, o dourado aparece bastante, inclusive nos grafismos dos móveis. Os móveis são um pouco mais baixos que o normal, a luz é indireta e chega através de luminárias e pendentes, afirma a arquiteta Maristela Gorayeb. Informações: (73) 9905-8914
Foto: Ami Parikh/ Shutterstock
Os tapetes e as mantas, muito usados no estilo indiano, podem ser misturados a elementos mais clean
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A madeira é um material bastante presente
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Almofadas e cores fortes, como o rosa-choque, vermelho e azul-turquesa, são bastante comuns
Foto: Tom Gowanlock/ Shutterstock
Estátuas de deuses como Buda e Ganesha são utilizadas como enfeites ou em cantinhos de meditação
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Almofadas coloridas não vêm só em color block, mas com estampas de todos os tipos. Esta peça está à venda no Espaço Til por R$ 63. Informações: (11) 3468-0230
Foto: Espaço Til
Fotos fazendo referência à cultura indiana podem aparecer no lugar de pôsteres e fotos em porta-retratos. Preço: R$ 126
Foto: Espaço Til
O Buda figura em vários estilos, tamanhos e posições. Esta peça sai por R$711
Foto: Espaço Til
Esta, também do Espaço Til, custa R$ 594
Foto: Espaço Til
Luminárias como esta, muito recorrentes, podem ser abastecidas por energia ou óleo. Essa custa R$ 211
Foto: Espaço Til
As velas são usadas para iluminar e aromatizar o ambiente. Este porta-vela sai por R$ 77
Foto: Espaço Til
Os móveis são predominantemente baixos. É uma decoração farta em pufes, almofadões e futons. Este está à venda na Casa da Índia, preço sob consulta. Informações: (31) 3889-7530
Foto: Casa da Índia
Este cachepô de latão custa R$ 242
Foto: Casa da Índia
Se a casa tem o estilo indiano, nada mais justo que o chaveiro acompanhe o conceito
Foto: Casa da Índia
Esculturas de animais sangrados pela religião hindu também viram artigos decorativos. Preço: R$ 30
Foto: Casa da Índia
O elefante aparece bastante, também por ser um meio de transporte em algumas regiões. Esta peça de madeira custa R$ 24
Foto: Casa da Índia
Há versões mais sofisticadas, como esta de metal esmaltado. Preço: R$ 537
Foto: Casa da Índia
As esculturas dos deuses vêm em todos os tamanhos. O dourado é recorrente. Preço: R$ 60
Foto: Casa da Índia
Estas cabeças de Buda remontam à ideia das matrioskas russas. O preço varia de R$ 30 a 42
Foto: Casa da Índia
As lamparinas figuram como elemento decorativo, mas também são funcionais. A peça custa R$ 98
Foto: Casa da Índia
Almofadas, tapetes e até painéis de algodão são frequentemente coloridos e cheios de bordados. Este custa R$50
Foto: Casa da Índia
O criado-mudo em forma de torre irregular é estiloso. À venda na Katmandu por R$ 1.810. Informações: (11) 3322-1900
Foto: Katmandu
O Buda de vidro traz um ar mais moderno. R$ 144
Foto: Katmandu
Os tapetes aparecem em todo tipo de ambiente e são usados até em sobreposições. Este, da By Kamy, custa R$ 2.500 o metro quadrado. Informações: (11) 3081-1266
Foto: By Kamy
Almofadas mais chatas ou cilíndricas são usadas para oferecer apoio nos futons, como se fossem os braços das cadeiras e cabeceiras das camas. O tapete não precisa ser sempre coloridão. Este da By Kamy sai por R$ 2.500 o metro quadrado
Foto: By Kamy
O pufe colorido e geométrico da Carbono pode ser usado como almofada e combina perfeitamente com o estilo indiano. Preço: R$ 1.083. Informações: (11) 3815-1699
Foto: Carbono
A cômoda com recortes é bem vinda em um cômodo de inspiração indiana. Preço: R$ 2.490
Foto: Cecilia Dale
Os animais aparecem bastante nos ambientes indianos. Esta escultura de ardósia da Cecilia Dale custa R$ 3.990
Foto: Cecilia Dale
Almofadões fazem as vezes de pufes. À venda na Futon Company por R$ 117. Informações: (11) 3083-6212
Foto: Futon Company
Esta cômoda com grafismos de madrepérola tem inspiração indiana e está à venda na KARE por R$ 9.627. Informações: (11) 3061-3777
Foto: KARE
As várias padronagens das gavetas desta peça lembram almofadas com grafismos, bastante usadas no estilo indiano. Preço: R$ 4.555
Foto: KARE
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Cores fortes, elementos aromáticos, móveis e acessórios com desenhos e grafismos. Num primeiro a decoração indiana pode parecer um daqueles casos de “ame ou odeie”. Mas a arquiteta Maristela Gorayeb explica que o estilo pode ser adaptado, mesclando-o a outros itens, de acordo com o gosto do morador.
Maristela afirma que, em geral, a decoração indiana tradicional preza muito por móveis baixos, bem próximos ao chão, “o que dá a sensação de os cômodos serem maiores”. “A ideia é não ter muitos móveis e mantê-los próximos ao chão – são muito usados futons e almofadões.” Se não quiser colocar o futon direto no chão, pode usar um tablado de madeira com 15 cm de altura.
Um móvel muito usado é aquele sem braços e sem cabeceira – típico não apenas na Índia (daí o nome com que é conhecido no Brasil: cama turca). É perfeito para o quarto, porque ocupa menos espaço físico e visual. Segundo a arquiteta, almofadas de vários formatos são usadas como apoio – não só as quadradas, também as cilíndricas, chamadas de rolos.
Os pontos de luz, geralmente indireta, como abajures e pedestais, também ficam em patamar mais baixo. Os cômodos costumam ser salpicados de elementos aromáticos, como lamparinas, incensos e velas. “Normalmente eles usam recipientes de metal com flores e velas boiando na água. Para evitar mosquitos, basta trocar a água todos os dias, como seria feito em um vaso”, explica Maristela.
O estilo indiano inclui móveis recortados, com grafismos e muitos, muitos tapetes. “Podem ser de estampas e estilos variados – vale até fazer uma sobreposição de peças.”
Quem não é entusiasta do rosa-choque, azul-turquesa, vermelho e dourado pode adaptar a estética de acordo com o seu gosto. “É inspirado no estilo do país que você faz uma releitura. Afinal de contas, você tem que gostar da cor, já que vai vê-la todos os dias. Não é porque lá é tudo colorido que você não pode usar tons de branco com areia”, diz Maristela.
O tom da decoração depende muito do ambiente – sala, spa ou quarto – e de seu tamanho. Por exemplo, a decoração tem bastante madeira, mas o tom do mais claro dá ideia de amplitude.
A arquiteta só não recomenda misturar móveis baixos com os convencionais. “O ideal é fazer tudo da mesma altura ou fazer a sala na altura comum e separar um cantinho para os móveis baixos. Assim, na hora da conversa, todo mundo fica no mesmo nível.”
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