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Câncer de pâncreas: entenda a doença que atinge Edu Guedes

O apresentador passou por um cirurgia após detectar a doença

7 jul 2025 - 11h55
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Oncologista explica causas, sintomas, formas de prevenção e como é o processo de recuperação após a cirurgia

Após anunciar que está em tratamento contra um câncer no pâncreas, o apresentador Edu Guedes chamou a atenção do público para uma das neoplasias mais agressivas e silenciosas. Embora menos comum que outros tipos de câncer, o de pâncreas é responsável por uma alta taxa de mortalidade, muitas vezes por ser diagnosticado tardiamente.

O tumor de Edu Guedes foi detectado precocemente e retirado por meio de cirurgia, único tratamento com potencial curativo
O tumor de Edu Guedes foi detectado precocemente e retirado por meio de cirurgia, único tratamento com potencial curativo
Foto: Revista Malu

Diagnóstico do câncer como de Edu Guedes

A médica oncologista Dra. Daniélle Amaro, cofundadora do canal Longidade, explica que o diagnóstico precoce ainda é um dos grandes desafios no combate a esse tipo de tumor. "O câncer de pâncreas merece atenção porque os sintomas iniciais são inespecíficos e podem ser confundidos com problemas gastrointestinais comuns, como dor abdominal, perda de apetite e emagrecimento. Muitas vezes, o diagnóstico só ocorre quando a doença já está em estágio avançado", alerta a especialista.

Segundo a médica, os principais fatores de risco envolvem histórico familiar, pancreatite crônica, diabetes, obesidade, tabagismo e consumo excessivo de álcool. "Manter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas em excesso, pode ajudar na prevenção, além de permitir um melhor prognóstico em caso de diagnóstico", completa.

O caso do apresentador

No caso de Edu Guedes, o tumor foi detectado precocemente e retirado por meio de cirurgia. "A cirurgia é, hoje, o único tratamento com potencial curativo para o câncer de pâncreas, especialmente quando a doença está localizada. Após a operação, o paciente pode precisar de quimioterapia complementar para reduzir o risco de recidiva", explica a oncologista.

O pós-operatório exige atenção especial. "A recuperação costuma ser lenta e requer uma equipe multidisciplinar, incluindo oncologista, nutricionista e fisioterapeuta. É comum o paciente precisar adaptar a alimentação, suplementar enzimas digestivas e monitorar a função pancreática e a glicemia, já que o pâncreas também tem papel importante na produção de insulina", diz a Dra. Daniélle.

Por fim, ela reforça ainda a importância de se falar sobre o tema. "Casos como o do Edu Guedes são fundamentais para despertar a atenção da sociedade. Quando uma figura pública compartilha sua jornada com a doença, contribui para que mais pessoas busquem ajuda médica ao perceberem sintomas persistentes ou fora do habitual."

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