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Saiba porque rir é mesmo o melhor remédio

1 ago 2009 - 10h36
(atualizado às 10h44)
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Dá para imaginar alguém que não se sinta bem após uma sessão de gargalhadas? Mais do que um ditado popular, a frase "rir é o melhor remédio" está comprovada cientificamente. "Isso é um fato. Quando rimos, dançamos, fazemos exercícios ou qualquer atividade que nos proporcione alegria, o sistema nervoso central libera substâncias que fazem bem para a saúde", ressalta a chefe do setor de psicoterapia da Santa Casa de Misericórdia do Rio, Vera Lemgruber.

Gargalhadas interferem diretamente na qualidade de vida das pessoas
Gargalhadas interferem diretamente na qualidade de vida das pessoas
Foto: Getty Images

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"Mas só vale o riso que é produto de um prazer interno. Aquele riso para agradar o chefe não vale", ressalta a médica, que explica que o pensamento negativo é fruto de um círculo vicioso que o cérebro cria no sistema límbico - responsável pelo controle do afeto e das emoções - quando a pessoa tem o hábito de ver apenas o lado ruim das coisas.

Para dar uma receita de alegria, ninguém melhor do que Fabiana Karla, a Doutora Lorca do humorístico da Rede Globo Zorra Total. "Rir alegra o espírito. Desde criança acordo bem. Meu dia depende de como eu acordo, então quero sempre que comece bem. Estar feliz faz bem para a vida", diz a comediante. E quando ela encontra alguém mal-humorado: "Respeito o tempo da pessoa, mas dou umas alfinetadas para brincar. Quando arranco um sorriso, já fico satisfeita", conta Fabiana, aos risos.

Treino para o cérebro

Deixar a vida mais alegre não é tarefa complicada, basta que a pessoa queira mudar o hábito que o cérebro acaba criando quando se pensa sempre de maneira negativa.

"A dualidade bem e mal sempre fez parte do ser humano, mas o cérebro cria um costume. A amígdala, dentro do hipotálamo, é o centro identificador do perigo e faz o cérebro produzir a noradrenalina, substância que prepara o organismo contra o medo e para a luta. O organismo fica preparado para algo negativo, e o cérebro fica condicionado ao que aprendeu. Não faz bem para a saúde", explica Vera Lemgruber, ressaltando que olhar o lado positivo da vida é essencial para a recuperação de pacientes.

Fabiana diz que as pessoas devem dar mais valor à simplicidade: "Rir mais, rir de si mesmo e contemplar a vida, como as borboletas. Quando vejo uma, muda o meu dia".

Fonte: O Dia
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