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Alta-costura: top recordista brasileira desfila na Armani Privé

28 jan 2026 - 12h08
(atualizado às 12h29)
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Amira Pinheiro foi um dos destaques do desfile da  Armani Privé, apresentado na noite desta terça-feira, 27 de janeiro, em Paris. A apresentação marcou um momento histórico para a grife italiana: foi o primeiro desfile de alta-costura da marca sem Giorgio Armani, que faleceu em 4 de setembro de 2025.

Amira PInheiro
Amira PInheiro
Foto: Thinkers Mgt/Divulgação / Elas no Tapete Vermelho

A top maranhense de 23 anos chamou atenção pela presença em cena e reforçou seu nome entre as modelos brasileiras mais consolidadas no mercado internacional. Amira desfilou com calça de seda e blusa de pedras, que traziam movimento e leveza ao look. A apresentação foi realizada no Palazzo Armani, em Paris.

Amira PInheiro
Amira PInheiro
Foto: Thinkers Mgt/Divulgação / Elas no Tapete Vermelho

Nascida em São Luís, no Maranhão, Amira trabalhou como recepcionista, vendedora de celulares e operadora de telemarketing antes de ingressar na moda. Começou fazendo aulas em sua cidade natal, participou de um concurso e, em 2014, mudou-se para São Paulo. Desde então, construiu um currículo que inclui marcas como Balmain, Tom Ford, Tiffany, Max Mara e, agora, Giorgio Armani. Revelada em 2011, integra o casting da agência Thinkers.

No Brasil, entrou para a história ao se tornar recordista de desfiles da 47ª edição do São Paulo Fashion Week, com 22 apresentações, muitas delas abrindo os shows. O feito também evidenciou mudanças no entendimento das grifes sobre diversidade e representatividade nos castings.

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Na época, em entrevista exclusiva ao Elas no Tapete Vermelho, Amira afirmou que o fato de uma modelo negra ser recordista não deveria ser tratado como exceção. "Isso não deveria ser um tabu, ainda mais numa sociedade como a nossa, que tem a população mais miscigenada no planeta. Deveria ser uma coisa normal desde os primórdios da moda no Brasil", disse.

A modelo reforçou que sua trajetória está ligada ao trabalho e à construção profissional. "Não estou aqui pela cor da minha pele, mas pelo que eu galguei, os degraus que eu subi, as coisas que eu conquistei", afirmou. Segundo ela, o reconhecimento deve vir do profissionalismo. "Não sou reconhecida pela minha pele, mas pelo meu profissionalismo. É isso que eu espero".

Além das passarelas internacionais, Amira se dedica ao desenho abstrato nas horas vagas, trabalho que compartilha no perfil @stamiira.

O desfile

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A coleção, que levou 63 looks à passarela, foi batizada de "Jade", uma das cores que mais aparedeu nos looks, ao lado de preto, branco e nuances de rosa. Quem assina a coleção é Silvana Armani, sobrinha do estilista, que trabalha na maison há mais de quatro décadas. A precisão técnica foi o foco da apresentação, com peças fluidas, bordados riquíssimos e alfaiataria fluida. Como homenagem ao tio Giorgio, o vestido de noiva no final foi o último desenhado por ele.

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Elas no Tapete Vermelho
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