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Inédita no Brasil, bioeletricidade é nova arma anti-idade

1 jan 2013 - 07h56
(atualizado às 07h56)
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Sempre de olho nos avanços da tecnologia e investindo pesado em novos estudos, a indústria brasileira da beleza, responsável por movimentar sonhos e também grandes negócios, acaba de descobrir uma nova arma anti-idade, capaz de facilitar - e muito - a batalha das mulheres contra os implacáveis sinais do envelhecimento.

Nova descoberta da indústria de beleza, bioeletricidade é aliada das mulheres contra os implacáveis sinais do envelhecimento<br /><br /><br />
Nova descoberta da indústria de beleza, bioeletricidade é aliada das mulheres contra os implacáveis sinais do envelhecimento
Foto: Shutterstock

Trata-se da bioeletricidade, fenômeno biológico, responsável pela locomoção de correntes elétricas em tecidos vivos que é vital não só para a comunicação das células do corpo humano, mas também, para o processo de reparação da pele. Isso porque a eletricidade influencia diretamente na produção de colágeno e elastina - substâncias responsáveis por conferir firmeza e elasticidade à cútis.

Sabendo disso, diversas pesquisas e trabalhos científicos foram desenvolvidos para criar uma nova tecnologia, capaz de simular os níveis da eletricidade natural da pele quando incorporada a cremes destinados para o rosto e a área dos olhos.

Como funciona

Como o fenômeno biológico é o meio pelo qual as células se comunicam na pele (como se fossem pequenas pilhas com polos positivos e negativos), a área do tecido cutâneo que apresenta algum dano sofre uma alteração na sua polaridade, fazendo com que as células de defesa iniciem um processo de reparação no local. Depois de alguns dias, a polaridade se altera novamente, atraindo as células formadoras de um novo tecido para o local lesionado.

"Com isso, há um estímulo à produção de colágeno e elastina que formam um novo tecido cutâneo e levam à conquista do rejuvenescimento e firmeza da pele", explica Renata Ayd, dermatologista especializada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e membro da Sociedade Brasileira de Laser (SBL).

Onde encontrar?

Por se tratar de um novo conceito contra o envelhecimento cutâneo, a bioeletricidade ainda é pouco explorada pela indústria de cosméticos. No Brasil, a marca de dermocosméticos RoC foi a primeira a investir na tecnologia ao lançar um creme anti-idade que estimula a produção de colágeno e elastina de maneira muito mais rápida do que os cosméticos tradicionais, graças à sua exclusiva tecnologia de eletroestimulação da pele.

Segundo os desenvolvedores do produto, a linha "Sublime Energy" consegue gerar uma corrente elétrica imperceptível, que alcança imediatamente as camadas mais profundas da cútis, estimulando a produção de colágeno e elastina de forma mais rápida do que os cremes tradicionais que dependem de um processo químico, diretamente ligado à absorção e ao metabolismo gradual dos princípios ativos.

Lançada em 2011, a coleção conta com dois produtos, um para uso noturno e outro para a região dos olhos. O primeiro custa, em média, R$ 204, e o segundo, R$ 170.

Outros benefícios e contraindicações

Os produtos que geram correntes elétricas podem também melhorar a hidratação e estimular a oxigenação da cútis, além de facilitar as trocas celulares. “Sempre que há formação de colágeno e elastina, temos também uma maior hidratação da pele que fica mais bonita, suave e viçosa", ressalta Adriano Almeida, dermatologista e diretor do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele (IPTCP).

Para quem quiser testar os poderes da bioeletricidade, o ideal é sempre consultar previamente o dermatologista, pois cremes desse tipo podem não ser indicados para todos os casos e em situações onde há dermatoses. Contudo, para quem o uso é indicado, não há riscos e os resultados começam a surgir em curto prazo.

 "Com aplicações diárias, as células começam a produzir mais colágeno e elastina e, consequentemente, melhorar a aparência das rugas e marcas de expressão, depois de um mês", garante Renata.

Fonte: Agência Hélice
Fonte: Terra
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