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Adriane Galisteu explica porquê só bebeu álcool aos 37 anos: 'Demorei muito'

Apresentadora conta por que evitou a bebida por anos e como encontrou equilíbrio sem perder o controle

16 abr 2026 - 13h05
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Recentemente, Adriane Galisteu compartilhou um aspecto pouco conhecido de sua vida pessoal: a forma como construiu sua relação com o álcool ao longo dos anos. Em conversa com Maya Massafera, a apresentadora contou que só começou a beber aos 37 anos - e não por acaso.

Adriane Galisteu revela que só começou a beber aos 37 anos por influência da história familiar e explica sua relação com o álcool
Adriane Galisteu revela que só começou a beber aos 37 anos por influência da história familiar e explica sua relação com o álcool
Foto: Reprodução/Instagram / Bons Fluidos

Influência da infância nas escolhas da vida adulta

Segundo Galisteu, a decisão de evitar bebidas alcoólicas por tanto tempo tem origem na própria história familiar. Filha de um pai alcoólatra, ela cresceu com uma percepção mais cautelosa em relação ao consumo.

Ao ser questionada se já havia passado por algum episódio de exagero, ela foi direta: "Eu nunca cheguei nesse tipo de porre, assim, desse jeito. Nunca. Meu pai era alcoólatra. Quem teve um pai alcoólatra tem um freio para não chegar nesse ponto. Então eu demorei muito para beber".

A fala evidencia como experiências da infância podem influenciar comportamentos na vida adulta, especialmente quando envolvem situações marcantes ou delicadas.

Um estilo de vida sem álcool 

Antes de incluir a bebida em sua rotina, Adriane adotava uma postura totalmente abstêmia. Nem mesmo em encontros com amigos ela abria exceções.

Ela relembrou que, em reuniões descontraídas, como partidas de baralho em casa, o cardápio era sempre o mesmo: "Não vai servir nada?", perguntavam os amigos. E a resposta vinha firme: "Não. É refrigerante, suco, água, mas bebida alcoólica não".

O relato mostra que, para além de uma escolha individual, sua decisão também impactava o ambiente ao redor e exigia posicionamento.

O equilíbrio encontrado ao longo do tempo

Com o passar dos anos, Adriane revisitou sua relação com o álcool e passou a experimentar a bebida de forma consciente e moderada. Hoje, ela afirma conseguir apreciar momentos pontuais, sem abrir mão do controle.

"Entendi também o prazer da bebida, de tomar uma taça de champanhe, uma taça de vinho, estar com o seu marido. É muito legal. Mas eu nunca perdi a estribeira, assim. Já bebi demais a ponto de ficar meio tonta? Já. Mas não de não saber onde eu estava. Isso nunca", contou.

A apresentadora destaca que, mesmo após incluir o álcool em sua vida, manteve limites claros - um reflexo da consciência construída ao longo dos anos.

Entre história pessoal e escolhas conscientes

O relato de Adriane Galisteu levanta uma reflexão importante: nossas vivências influenciam diretamente a forma como nos relacionamos com certos hábitos, inclusive o consumo de álcool. Mais do que seguir padrões sociais, encontrar um equilíbrio passa por autoconhecimento e por respeitar a própria história. Afinal, cada escolha carrega não só o presente, mas também as marcas do que foi vivido.

Bons Fluidos
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