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A energia do dinheiro em equilíbrio

Podemos desenvolver uma relação mais saudável com a moeda, derrubando crenças que limitam nossa prosperidade e identificando quais são, de fato, nossos valores; Veja o que diz a especialista

2 fev 2025 - 10h19
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Vamos falar de dinheiro? Sim, todo mundo precisa dele. Mesmo monges que vivem em isolamento precisam. Tem gente que não sabe cobrar o valor por seu trabalho. tem gente que não fala sobre isso com o parceiro. tem gente que adota a filosofia do cantor

Vamos falar de dinheiro?
Vamos falar de dinheiro?
Foto: depositphotos.com / VadimVasenin / Bons Fluidos
Zeca Pagodinho: "Deixa a vida me levar"

. E,  sequer pensa no assunto. 

"A questão é como lidamos com o metal"

, destaca a psicóloga

Mônica Guttman

.

Dinheiro: como lidar?

De acordo com ela, essa tarefa não é fácil. Nós, humanos, temos uma grande dificuldade de lidar com trocas e reconhecimento de valores.

"Se pensarmos bem, o dinheiro foi criado como um símbolo da troca: eu te dou algo, você me dá algo em retribuição",

diz a especialista.

"O problema é que a noção de troca foi se perdendo. Na era capitalista o dinheiro virou mais do que uma ferramenta para obtenção de bens. Tornou-se o grande objeto de desejo, a grande referência, um quase Deus."

Além disso, passou a embutir projeções humanas.

"O dinheiro em si, hoje, fala sobre o que as pessoas são e entendem da vida, nossas luzes e nossas sombras"

, revela a terapeuta.

O que a forma de lidar com o dinheiro diz sobre você?

Quem tende a acumular mais pode evidenciar um estado de competitividade - de querer estar sempre em primeiro lugar. Já aqueles que ficam felizes quando a moeda circula são colaborativos, enquanto os que doam tendem a refletir generosidade. Em um nível mais profundo, a relação com a moeda pode revelar ainda nossa afinidade ou não com a prosperidade.

Assim,  enquanto algumas pessoas lidam com o dinheiro como possibilidade conectada com o fluxo da abundância, outras acabam conectando-se com a moeda de forma nociva - da acumulação pura e simples, sem desfrute, como bem ilustra a figura do avarento. Quantas pessoas não passam a vida toda guardando, guardando e ficam amargas, incapazes de sentir o lado positivo de um recurso financeiro - ferramenta de realização dos nossos desejos, de nossa sobrevivência.

"Outro problema das pessoas gananciosas, que só trabalham pelo prazer de fazer crescer as cifras no banco, é que isso não tem ponto-final. Porque quanto mais se tem, mais se quer. É como um vício, uma projeção de poder"

, explica a psicóloga.

Não deixa de ser uma distorção de imagem. Por isso, até como um meio de bem-estar, Mônica defende a importância de atribuir o valor adequado à moeda - sem menosprezá-la nem muito menos transformá-la em algo maior do que realmente é.

Crenças limitantes

Identificar algumas crenças limitantes - de que a moeda é suja, não traz felicidade ou, pior ainda, de que não somos merecedores dela - é o primeiro passo para fazer as pazes com as finanças e atrair tudo que ela pode trazer de bom.

O segundo passo é ressignificar o conceito do que é dinheiro.

"Associamos um valor emocional a ele por conta das imagens e significados subjetivos que carregamos. Por essa razão, às vezes podemos nos relacionar com a moeda de modo muito diferente do que ela representa de fato

", diz a terapeuta.

"Esquecemos que se trata de um instrumento que possibilita a troca de energias. Daquilo que eu tenho por aquilo que você tem. Ou, mais ainda, que é uma consequência de estarmos colocando nossos dons e talentos a serviço de algo.

"

Contextualizado dessa forma, o dinheiro é a nobre recompensa pelo trabalho que executamos e que nos permite viver nessa sociedade.

Há ainda um terceiro e último ponto a destacar para que a moeda possa circular pela nossa vida com mais naturalidade: identificar o que projetamos de bom e de ruim nela.

Bons Fluidos
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