7 motivos pelos quais suas unhas quebram com facilidade
Descubra por que suas unhas quebram tanto, os hábitos que atrapalham e como fortalecê-las no dia a dia.
Unhas fracas e que quebram à toa não são apenas questão estética.
Elas podem indicar hábitos ruins, agressões diárias e até carências internas.
Quando as unhas lascam com facilidade, o esmalte não dura, a forma muda e a aparência incomoda.
Entender as causas é o primeiro passo para montar uma rotina de cuidados mais estratégica.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, pequenas mudanças já fazem diferença.
Ajustar produtos, exposição à água e alimentação ajuda muito na força das unhas.
Por que suas unhas quebram tanto?
As unhas são formadas, principalmente, por queratina.
Essa proteína garante resistência, flexibilidade e proteção às pontas dos dedos.
Quando algo interfere na produção ou na estrutura dessa queratina, as unhas enfraquecem.
Elas começam a descamar, dobrar, quebrar no meio e ganhar aspecto opaco.
Além de questões internas, fatores externos pesam bastante.
Água, químicos, acetona e até o jeito de lixar entram na conta.
1. Contato excessivo com água e produtos de limpeza
Lavar louça, roupa e casa o tempo todo sem luvas é um clássico vilão.
A combinação de água, sabão e detergentes resseca demais as unhas.
Com o tempo, a lâmina ungueal perde lipídios naturais.
Ela fica desidratada, mais porosa e quebradiça, principalmente nas pontas.
Usar luvas sempre que possível é mais do que um cuidado extra.
É uma proteção básica para quem quer unhas mais resistentes.
2. Uso frequente de acetona e removedores agressivos
Retirar esmalte toda semana com acetona pura é um ataque direto às unhas.
O produto resseca a placa e a pele ao redor, o que facilita rachaduras.
Removedores com muito álcool ou fragrâncias fortes também irritam.
O resultado é unha esbranquiçada, quebradiça e cutículas descamando.
Trocar para removedores sem acetona e com ativos hidratantes ajuda muito.
Intercalar períodos sem esmalte permite que as unhas respirem e se recuperem.
3. Falta de hidratação específica para as unhas
Muita gente hidrata o rosto, o corpo, mas esquece das unhas e cutículas.
Sem essa hidratação, a lâmina perde flexibilidade e quebra com qualquer batida.
Óleos e cremes próprios criam uma "capa" protetora extra.
Eles ajudam a repor lipídios e evitar a perda de água da região.
Aplicar um óleo fortalecedor, principalmente à noite, é um hábito simples.
Em poucas semanas, as unhas tendem a ficar menos ressecadas e quebradiças.
Fatores internos que deixam as unhas frágeis
Nem sempre o problema está só no lado de fora.
Carências nutricionais e alterações de saúde também aparecem nas unhas.
Mudanças na textura, cor e crescimento podem ser sinais importantes.
Nesses casos, reforçar apenas o esmalte fortalecedor não resolve.
4. Alimentação pobre em proteínas, vitaminas e minerais
As unhas refletem o que acontece dentro do organismo.
Dieta pobre em proteínas atrapalha a produção de queratina.
Faltas de ferro, zinco, biotina e vitaminas do complexo B também pesam.
A consequência é unha fina, que descama em camadas e quebra com facilidade.
Incluir fontes de proteínas, legumes, frutas e grãos variados ajuda muito.
Em alguns casos, o médico ou nutricionista pode indicar suplementos específicos.
5. Estresse, hormônios e algumas doenças
Períodos de estresse intenso podem impactar o crescimento das unhas.
O corpo prioriza funções vitais, deixando pele, cabelo e unhas em segundo plano.
Alterações hormonais, problemas da tireoide e doenças autoimunes também podem mexer na estrutura.
Além disso, algumas medicações interferem no brilho e na resistência.
Quando as unhas mudam de forma repentina, vale acender o alerta.
Nessas situações, o ideal é uma avaliação com profissional de saúde.
6. Alongamentos, esmalte em gel e manicures agressivas
Alongamentos mal feitos ou retirados à força detonam a superfície das unhas.
A placa natural fica fina, sensível e com aspecto "raspado".
Esmalte em gel usado sem pausas também pode fragilizar.
Principalmente se a remoção for feita com lixa em excesso ou acetona prolongada.
Cutículas retiradas demais deixam a região desprotegida.
A área fica mais exposta a fungos, bactérias e inflamações, prejudicando o crescimento saudável.
7. Hábitos mecânicos: roer, cutucar e usar as unhas como ferramenta
Roer as unhas agride a ponta da lâmina e a raiz.
O hábito pode causar deformidades, feridas e até infecções.
Cutucar cantinhos, arrancar pelinhas e abrir embalagens com as unhas também é prejudicial.
Cada microtrauma enfraquece a estrutura e facilita novas quebras.
Trocar esses hábitos por alternativas, como lixar suavemente ou usar tesoura, ajuda muito.
Em casos de onicofagia intensa, apoio psicológico pode ser necessário.
Sinais de alerta: quando as unhas pedem ajuda
Unhas que quebram de vez em quando é algo relativamente comum.
O problema é quando a fragilidade vira rotina e piora com o tempo.
Alguns sinais pedem mais atenção e cuidado.
Eles podem indicar tanto agressões externas quanto questões internas.
Quando procurar um dermatologista ou médico
Fique atenta a sinais como:
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Unhas muito onduladas ou com deformidades novas
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Mudança brusca na cor, com manchas escuras ou esverdeadas
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Descolamento da unha do dedo, total ou parcial
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Dor, inchaço ou pus ao redor da unha
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Quebra constante, mesmo com cuidados básicos em dia
Nesses casos, a auto-medicação com bases fortes ou receitas caseiras não é suficiente.
O diagnóstico correto evita que problemas simples evoluam para situações mais sérias.
Como fortalecer as unhas na prática
Alguns ajustes simples já podem ser colocados em prática:
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Use luvas para faxina, louça e contato prolongado com água.
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Prefira removedores sem acetona e limite o uso na semana.
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Dê pausas entre esmaltações, deixando as unhas "nusas" alguns dias.
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Aplique óleo ou creme específico para unhas e cutículas diariamente.
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Mantenha as unhas em comprimento confortável, sem pontas muito finas.
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Evite lixar em vai e vem; faça movimentos em uma única direção.
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Invista em alimentação variada e rica em proteínas, frutas e verduras.
Se mesmo com esses cuidados as unhas continuarem quebrando, procure ajuda profissional.
Em muitos casos, o reforço interno, com exames e ajustes metabólicos, é a chave.