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Viva ou morta? Brasileira é encontrada a 500m de profundidade na Indonésia

Brasileira Juliana Marins foi encontrada a 500m de profundidade em uma área de difícil acesso, na Indonésia; segundo informações, ela está imóvel

23 jun 2025 - 15h28
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Brasileira é encontrada a 500m de profundidade na Indonésia
Brasileira é encontrada a 500m de profundidade na Indonésia
Foto: Reprodução/ G1 / Contigo

Nesta segunda-feira (23/06), as autoridades locais da Indonésia encontraram o corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, que estava desaparecida desde o último sábado após um acidente em uma trilha no Monte Rinjani, um dos maiores vulcões da Indonésia. 

Segundo imagens feitos por um drone, a jovem estava "visualmente imóvel" e em uma área de risco, presa em local rochoso a cerca de 500 metros de profundidade.

Viva ou morta?

A brasileira foi localizada a 500m e para conseguir realizar sua captura, equipes iniciaram duas frentes de trabalho, que foi feito até 350 metros para colocar um novo material de ancoragem. Mas, de acordo com os socorristas, a presença de dois relevos no local não permitiu a instalação da estrutura de apoio.

Devido à dificuldade, os profissionais iniciaram a descida por escalada e durante a tentativa, tiveram que lidar com terrenos extremos e condições climáticas dinâmicas, com formação de neblina densa, o que reduziu a visão e aumentou o risco do serviço. Para evitar mais problemas, a equipe precisou recuar e permanecer em segurança até nova tentativa.

Após a tentativa que não deu certo, foi feita uma reunião online com o governador da província de Sonda Ocidental e como orientação, o Governador incentivou a aceleração da evacuação com a opção de uso de helicópteros, considerando o período crítico de 72 horas ('Tempo Dourado') para resgates na natureza.

O chefe do Escritório de Mataram Basarnas respondeu ao comentário do governador, explicando que, embora viável, a ação aérea dependeria da compatibilidade da aeronave com o tipo de serviço. Ele também alertou para o impacto das "rápidas mudanças climáticas", que podem interferir diretamente no uso do helicóptero para o resgate da jovem brasileira.

"A equipe permanece de prontidão e comprometida em continuar os melhores esforços em prol da segurança e da humanidade. A natureza deve ser respeitada, a segurança continua sendo o principal fator", finaliza o comunicado emitido pelo parque.

Até o momento, a família de Juliana afirma que a jovem está sem água, sem comida e agasalhos por 3 dias. Os trabalhos para recuperar a brasileira voltaram nesta segunda (23), mas a preocupação de amigos e familiares só aumentam.

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