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VÍDEO: Grávida, jovem de 18 anos é agredida por homem no meio da rua

Grávida, jovem de 18 anos é agredida com socos, chutes e puxões de cabelo por homem no meio da rua; câmera de segurança registraram o crime

25 ago 2025 - 18h17
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Uma jovem de 18 anos, grávida de quatro meses, foi agredida por um homem na madrugada do último sábado, 23/08. O caso aconteceu em General Salgado (SP).

Grávida, jovem de 18 anos é agredida por homem no meio da rua
Grávida, jovem de 18 anos é agredida por homem no meio da rua
Foto: Divulgação / Contigo

De acordo com as informações da TV TEM, a agressão aconteceu após a vítima reclamar do motorista que passou próximo a ela e aos amigos na rua. Em imagens da câmera de segurança, é possível ver que o homem desce do carro e vai em direção a mulher.

A jovem recebeu socos, chutes e puxões de cabelo. A violência só parou quando a mulher do agressor conseguiu segurar ele. Na sequência, ele entra no veículo e foge.

Como ela está?

A jovem, que ficou ferida com hematomas, foi levada para o pronto-socorro, onde recebeu atendimento médico e foi liberada. O bebê está bem.

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Mãe perde guarda da filha uma hora após o parto

Um episódio ocorrido na Dinamarca vem gerando comoção e críticas de ativistas de direitos humanos. Ivana Nikoline Brønlund, jovem de 18 anos nascida em Nuuk, capital da Groenlândia, teve seu bebê retirado de seus braços apenas uma hora depois do nascimento. A medida foi tomada após ela falhar em um "teste de competência parental", avaliação que já está proibida para pessoas de origem groenlandesa desde maio deste ano.

Um "teste" de competência parental não é um teste no sentido tradicional, mas sim uma avaliação da capacidade dos pais para garantir o bem-estar e as necessidades de seus filhos. Essa avaliação pode ser feita através de escalas de autorrelato, como a Escala de Senso de Competência Parental (PSOC), que mede a eficácia e satisfação percebidas pelos pais, e por observações diretas de profissionais.

Ivana deu à luz Aviaja-Luuna no dia 11 de agosto, em um hospital localizado em Hvidovre, na região de Høje-Taastrup, próxima a Copenhague, onde vive com os pais. Segundo informações divulgadas pelo jornal The Guardian, após o parto, a prefeitura local encaminhou a recém-nascida a um lar temporário e permitiu à mãe britânica apenas alguns minutos de contato com a filha.

Os chamados testes de competência parental, conhecidos como FKU, foram alvo de críticas por anos por serem considerados culturalmente inadequados para famílias inuítes. Após intensa pressão de entidades e ativistas, a prática foi proibida para pessoas de origem groenlandesa. O caso de Ivana levantou questionamentos sobre o motivo de ela ter sido submetida ao teste, já que a prisão estava em vigor antes do nascimento de sua filha.

"Eu não queria entrar no trabalho de parto porque sabia o que aconteceria depois. Eu mantinha meu bebê perto de mim enquanto ela estava na minha barriga, era o mais perto que eu pudesse estar dela. Foi um momento muito difícil e horrível", desabafou Ivana. "Meu coração se partiu quando ela [a supervisora] disse que o tempo tinha acabado. Fiquei tão triste que gritei para o carro [que levava a filha]. Foi tão rápido que tivemos que ir embora. Meu coração está partido, não sei o que fazer sem ela", disse, chorando.

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