Vidente faz previsão do mandato de Trump: "bandeira e caixão"
Nesta semana, o nome do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ganhar destaque em diferentes veículos ao redor do mundo. O líder norte-americano decidiu inserir tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Tamanha repercussão do fato levou a sensitiva Izadora Morais a divulgar algumas previsões sobre o mandatário.
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Previsões sobre Trump
Nas redes sociais, a especialista, que já antecipou o ferimento de Trump em um comício na Pensilvânia, afirmou que tem novas informações sobre seu futuro político. Segundo Izadora, o fato do atual presidente dos EUA estar envolvido em tensões internacionais, entre Israel e Irã, gera apreensão.
De acordo com relato ao jornal Extra, existe a possibilidade de um novo atentado contra ele no decorrer de seu mandato. A sensitiva utiliza termos enfáticos ao afirmar que o presidente "não escapará" do destino traçado. Ela indica ainda que uma nova tentativa de ataque estaria relacionada à escalada de conflitos internacionais e à instabilidade política. Por fim, indica que ele pode não completar o atual mandato. Além disso, a vidente descreve possíveis eventos subsequentes, com imagens simbólicas como "caixão, bandeira e multidão em silêncio", sugerindo um futuro marcado por comoção pública nos Estados Unidos.
"Ele pode até ter escapado do primeiro atentado, mas o próximo será um aviso do destino: ou ele sai, ou será tirado à força. Ele não tem opção, ou renuncia ou sofre. Mas não continua no poder. O universo já decidiu — ele não termina esse mandato. Vejo caixão, bandeira e multidão em silêncio. Se ele insistir em desafiar o invisível, pagará com a própria vida. Trump está marcado. É questão de tempo".
A análise sobre as possíveis consequências de uma crise envolvendo a liderança americana é essencial para entender as preocupações atuais do mercado e dos governos. Segundo a sensitiva, o dólar pode ultrapassar a marca de R$ 7, gerando apreensão entre investidores e impactando economias emergentes, como a brasileira.
"O fim da era Trump vai mobilizar o mundo. E uma crise vai transbordar em todos os continentes. O Brasil inclusive vai sentir na pele", sentencia.